Transacções electrónicas podem substituir a utilização de dinheiro físico

Metade das empresas europeias acredita que o seu país vai deixar de ter dinheiro físico daqui a dez anos, uma vez que vão adoptar por utilizar o dinheiro virtual. A Intrum, principal empresa de serviços de gestão de créditos na Europa, revelou que 25% das empresas inquiridas acreditam que o país onde vivem abandonará o dinheiro em cinco anos, enquanto outros 25% são da opinião que essa mudança só acontecerá em dez anos. Foram inquiridas 11.856 empresas e 48% das mesmas afirmaram que o seu país ia ficar sem dinheiro em dez anos.

Cartão de Cidadão passa a ser renovado online

Vão acabar as limitações para renovar o cartão de cidadão através da internet. A renovação online vai incluir ainda uma proposta para data de atendimento. “Os cidadãos com mais de 25 anos vão poder renovar o cartão de cidadão online. Até agora. este processo tinha várias limitações: apenas estava acessível para os cidadãos com mais de 60 anos ou para quem tivesse mais de 25 anos e cujo documento tivesse sido “perdido, destruído, roubado ou furtado”.

Insolvências de empresas sobem 2% em Maio

As insolvências de empresas em Portugal aumentaram 2% em Maio, mas recuaram 2,6% no acumulado do ano, face ao mesmo período de 2018, enquanto as empresas criadas subiram 3,6% e 13,9%, respectivamente. As declarações de insolvência requeridas diminuíram 20,8%, as declarações de insolvência apresentada pelas próprias empresas baixaram 22,9% e os encerramentos com plano de insolvência diminuíram 44,7%. O Porto e Lisboa foram os distritos com mais insolvências – 624 e 523, respectivamente. Ainda assim, os maiores aumentos registaram-se nos distritos da Horta (300%), Braga (50%), Aveiro (23,9%) e Faro (17,3%).

Desemprego recua para 7,6%

A taxa de desemprego recuou em Abril na zona euro para os 7,6% e para 6,4% na União Europeia, registando um novo mínimo nos países da moeda única desde Agosto de 2008. A República Checa (2,1%), a Alemanha (3,2%) e Holanda (3,3%) registaram as menores taxas de emprego e a Grécia (18,5% em Fevereiro de 2019), em Espanha (13,8%) e Itália (10,2%), revelam os dados do Eurostat. Em termos homólogos, a taxa de desemprego desceu em todos os Estados-membros excepto na Dinamarca (subiu de 5,2% para 5,3%), e no Luxemburgo e na Polónia, onde se manteve estável.

Bolt chega ao Algarve

A Bolt (ex-Taxify) ruma ao sul e chega pela primeira vez ao Algarve, onde já tem motoristas prontos a aceitar as primeiras viagens. A expansão para a quarta localização em Portugal mostra como temos ganho a confiança dos portugueses de forma rápida. O valor praticado é “15% inferior ao principal concorrente e com um desconto até 50% para os utilizadores na região. Aos motoristas oferece uma menor taxa, ao cobrar apenas 15% de comissão para os que trabalham com a plataforma. A nível global, mais de 500.000 motoristas já usam a plataforma como emprego a tempo inteiro ou segundo emprego.

Inflação na zona euro cai para 1,2%

Esta baixa da inflação pode obrigar o Banco Central Europeu a ampliar o período em que não mexe nas taxas directoras. A inflação na zona euro caiu de 1,7% em Abril para 1,2% em Maio, o nível mais baixo desde Abril de 2018. Depois de uma subida da inflação de 1,4% em Janeiro para 1,7% em Abril, a inversão actual da trajectória ascendente aumenta a pressão sobre o Banco Central Europeu (BCE) para que amplie a política monetária de estímulos. O primeiro sinal de que os riscos crescentes na conjuntura mundial poderão obrigar os bancos centrais a ampliar os estímulos monetários veio da Austrália.

Economia cresceu 1,8% até Março

O Produto Interno Bruto (PIB) português aumentou 1,8% no primeiro trimestre deste ano em termos homólogos, acima dos 1,7% do trimestre anterior, e subiu 0,5% em cadeia, confirmou o Instituto Nacional de Estatística. Nas Contas Nacionais Trimestrais, o Instituto Nacional de Estatística (INE) confirma os valores para o crescimento da economia portuguesa que tinha avançado na estimativa rápida publicada em 15 de Maio. No último trimestre do ano passado, a economia portuguesa tinha crescido 1,7% em termos homólogos e 0,4% em cadeia.

Reclamações no sector do turismo estão a aumentar

O Verão está a chegar e são muitos os portugueses que andam a riscar os dias do calendário para que as tão desejadas férias cheguem. Mas às vezes o sonho transforma-se em pesadelo: os consumidores acreditam ter pago por determinado serviço mas, por vezes, quando chegam ao destino, a realidade apresenta-se muito longe das expectativas criadas. Prova disso é o aumento das reclamações no sector do turismo que a Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (Deco) tem vindo a receber. Em 2017, a Defesa do Consumidor recebeu 4281 reclamações. Este número subiu para 4650 no ano passado, quando houve quase dez milhões de hóspedes nacionais a pernoitar nos estabelecimentos de alojamento turístico em Portugal.

Timeshare e agências de viagens aumentam reclamações mo turismo

2019O ano de 2019 ainda vai a meio e os dados mais recentes são relativos aos quatro primeiros meses: o número de queixas ascendeu já a 1654, mais 273 do que nos primeiros quatro meses de 2018 e mais 422 do que no período homólogo de 2017. Entre as queixas mais comuns, estão o timeshare (produtos de férias de longa duração) e os cartões de férias. Os consumidores estão a apresentar reclamações relacionadas com agências de viagens e também viagens organizadas. A qualidade do serviço prestado nos hotéis e alojamentos turísticos é também uma das reclamações comuns junto da Deco. Em 2018, com cerca de dez milhões de dormidas, houve 4650 queixas. As reclamações recebidas nos primeiros quatro meses deste ano mostram uma tendência de subida de queixas no sector do turismo.

Airbnb corta nas taxas para ganhar hotéis ao Booking

A partir de agora, o Airbnb acaba com o sistema de comissões partilhadas entre o alojamento e o hóspede passando a cobrar uma taxa única de 14% ao fornecedor do serviço, sempre que se trate de um anfitrião profissional. A medida pretende conquistar hotéis e clientes ao Booking, que detém o monopólio mundial das reservas de alojamento. O custo partilhado entre alojamentos e clientes vai manter-se para todos os outros tipos de alojamento, tanto por gestores de propriedades como por anfitriões que partilham as suas casas. Nestes casos, o anfitrião assume uma taxa que varia entre 3% e 5% e os clientes pagam taxas que podem chegar a 20%.