11 Jun 2019 | Destaques
Metade das empresas europeias acredita que o seu
país vai deixar de ter dinheiro físico daqui a dez anos, uma vez que vão adoptar
por utilizar o dinheiro virtual. A Intrum, principal empresa de serviços de gestão
de créditos na Europa, revelou que 25% das empresas inquiridas acreditam que o
país onde vivem abandonará o dinheiro em cinco anos, enquanto outros 25% são da
opinião que essa mudança só acontecerá em dez anos. Foram inquiridas 11.856
empresas e 48% das mesmas afirmaram que o seu país ia ficar sem dinheiro em dez
anos.
10 Jun 2019 | Destaques
Vão acabar as limitações para renovar o cartão de
cidadão através da internet. A renovação online vai incluir ainda uma proposta
para data de atendimento. “Os cidadãos com mais de 25 anos vão poder renovar o
cartão de cidadão online. Até agora. este processo tinha várias limitações:
apenas estava acessível para os cidadãos com mais de 60 anos ou para quem tivesse
mais de 25 anos e cujo documento tivesse sido “perdido, destruído, roubado ou
furtado”.
10 Jun 2019 | Destaques
As insolvências de empresas em Portugal aumentaram 2% em Maio, mas recuaram 2,6% no acumulado do ano, face ao mesmo período de 2018, enquanto as empresas criadas subiram 3,6% e 13,9%, respectivamente. As declarações de insolvência requeridas diminuíram 20,8%, as declarações de insolvência apresentada pelas próprias empresas baixaram 22,9% e os encerramentos com plano de insolvência diminuíram 44,7%. O Porto e Lisboa foram os distritos com mais insolvências – 624 e 523, respectivamente. Ainda assim, os maiores aumentos registaram-se nos distritos da Horta (300%), Braga (50%), Aveiro (23,9%) e Faro (17,3%).
9 Jun 2019 | Destaques
A taxa de desemprego recuou em Abril na zona euro
para os 7,6% e para 6,4% na União Europeia, registando um novo mínimo nos
países da moeda única desde Agosto de 2008. A República Checa (2,1%), a
Alemanha (3,2%) e Holanda (3,3%) registaram as menores taxas de emprego e a
Grécia (18,5% em Fevereiro de 2019), em Espanha (13,8%) e Itália (10,2%),
revelam os dados do Eurostat. Em termos homólogos, a taxa de desemprego desceu
em todos os Estados-membros excepto na Dinamarca (subiu de 5,2% para 5,3%), e
no Luxemburgo e na Polónia, onde se manteve estável.
9 Jun 2019 | Destaques
A Bolt (ex-Taxify) ruma ao sul e chega pela primeira
vez ao Algarve, onde já tem motoristas prontos a aceitar as primeiras viagens. A
expansão para a quarta localização em Portugal mostra como temos ganho a
confiança dos portugueses de forma rápida. O valor praticado é “15% inferior ao
principal concorrente e com um desconto até 50% para os utilizadores na região.
Aos motoristas oferece uma menor taxa, ao cobrar apenas 15% de comissão para os
que trabalham com a plataforma. A nível global, mais de 500.000 motoristas já
usam a plataforma como emprego a tempo inteiro ou segundo emprego.
8 Jun 2019 | Destaques, Fiscalidade
Esta baixa da inflação pode obrigar o Banco Central
Europeu a ampliar o período em que não mexe nas taxas directoras. A inflação na
zona euro caiu de 1,7% em Abril para 1,2% em Maio, o nível mais baixo desde Abril
de 2018. Depois de uma subida da inflação de 1,4% em Janeiro para 1,7% em Abril,
a inversão actual da trajectória ascendente aumenta a pressão sobre o Banco
Central Europeu (BCE) para que amplie a política monetária de estímulos. O
primeiro sinal de que os riscos crescentes na conjuntura mundial poderão obrigar
os bancos centrais a ampliar os estímulos monetários veio da Austrália.
8 Jun 2019 | Destaques
O
Produto Interno Bruto (PIB) português aumentou 1,8% no primeiro trimestre deste
ano em termos homólogos, acima dos 1,7% do trimestre anterior, e subiu 0,5% em
cadeia, confirmou o Instituto Nacional de Estatística. Nas Contas Nacionais
Trimestrais, o Instituto Nacional de Estatística (INE) confirma os valores para
o crescimento da economia portuguesa que tinha avançado na estimativa rápida publicada
em 15 de Maio. No último trimestre do ano passado, a economia portuguesa tinha
crescido 1,7% em termos homólogos e 0,4% em cadeia.
7 Jun 2019 | Destaques
O
Verão está a chegar e são muitos os portugueses que andam a riscar os dias do
calendário para que as tão desejadas férias cheguem. Mas às vezes o sonho
transforma-se em pesadelo: os consumidores acreditam ter pago por determinado
serviço mas, por vezes, quando chegam ao destino, a realidade apresenta-se
muito longe das expectativas criadas. Prova disso é o aumento das reclamações
no sector do turismo que a Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor
(Deco) tem vindo a receber. Em 2017, a Defesa do Consumidor recebeu 4281
reclamações. Este número subiu para 4650 no ano passado, quando houve quase dez
milhões de hóspedes nacionais a pernoitar nos estabelecimentos de alojamento
turístico em Portugal.
7 Jun 2019 | Destaques
2019O ano de 2019 ainda vai a meio e os dados mais
recentes são relativos aos quatro primeiros meses: o número de queixas ascendeu
já a 1654, mais 273 do que nos primeiros quatro meses de 2018 e mais 422 do que
no período homólogo de 2017. Entre as queixas mais comuns, estão o timeshare
(produtos de férias de longa duração) e os cartões de férias. Os consumidores
estão a apresentar reclamações relacionadas com agências de viagens e também
viagens organizadas. A qualidade do serviço prestado nos hotéis e alojamentos
turísticos é também uma das reclamações comuns junto da Deco. Em 2018, com
cerca de dez milhões de dormidas, houve 4650 queixas. As reclamações recebidas
nos primeiros quatro meses deste ano mostram uma tendência de subida de queixas
no sector do turismo.
6 Jun 2019 | Destaques
A
partir de agora, o Airbnb acaba com o sistema de comissões partilhadas entre o
alojamento e o hóspede passando a cobrar uma taxa única de 14% ao fornecedor do
serviço, sempre que se trate de um anfitrião profissional. A medida pretende
conquistar hotéis e clientes ao Booking, que detém o monopólio mundial das
reservas de alojamento. O custo partilhado entre alojamentos e clientes vai
manter-se para todos os outros tipos de alojamento, tanto por gestores de
propriedades como por anfitriões que partilham as suas casas. Nestes casos, o
anfitrião assume uma taxa que varia entre 3% e 5% e os clientes pagam taxas que
podem chegar a 20%.