2 Nov 2021 | Sem categoria
A Argélia exporta cerca de 10.000 milhões de metros cúbicos de gás natural por ano para Espanha e Portugal. A Argélia encerra o Gasoduto Magrebe-Europa, após 25 anos em funcionamento, alegando motivos políticos e geoestratégicos, mas prometeu compensar a Península Ibérica aumentando a capacidade do Medgaz e as exportações de gás natural liquefeito por via marítima. A decisão da Argélia é soberana e é fruto [da ruptura] das relações diplomáticas com o seu vizinho de Oeste [Marrocos]. É verdade que é um acontecimento inédito e veremos quais são as opções e as medidas paliativas para que a Argélia possa honrar seus compromissos com um cliente tradicional, que é a Espanha.
2 Nov 2021 | Sem categoria
Os dados mostram que a nota de 50 euros é a mais utilizada na área do euro – embora em Portugal a nota padrão seja a de 20 euros -, que há 13 milhões de notas desta denominação em circulação e que o euro é a moeda comum de 340 milhões de europeus. Mais de 27 mil milhões de notas de euro estavam em circulação em Junho, três vezes mais do que as notas em circulação há 20 anos, em 2002, revela o boletim de notas e moedas do Banco de Portugal. O BCE estima que, em 2019, entre 27,5% e 50% do montante de notas em circulação fosse utilizado como reserva de valor, estimando que a poupança individual por adulto, empresa ou instituição, expressa em numerário, se situaria entre os 1.270 e os 2.310 euros.
1 Nov 2021 | Sem categoria
Desde que a covid-19 estalou, as famílias fecharam os cordões à bolsa e acumularam poupanças extras. Neste momento, têm de parte mais 74% do que seria expectável, numa circunstância normal. A grande incógnita é saber o que vão fazer ao dinheiro. Desde que a pandemia de covid-19 estalou, as famílias em Portugal já puseram de parte, em poupanças, mais 11,4 mil milhões do que o que seria de esperar. Os dados resultam de uma análise aos indicadores do Instituto Nacional de Estatística (INE). Antes da pandemia, em 2019, a taxa de poupança das famílias era de 7% do seu rendimento disponível.
1 Nov 2021 | Sem categoria
Governo conta com investimento público para impulsionar a expansão do PIB em 2022, mas instituições nacionais e internacionais estimam crescimento da formação bruta de capital fixo abaixo da previsão das Finanças. Segundo as projeções do Governo inscritas no Orçamento do Estado para 2022 (OE2022), o Executivo conta que o Produto Interno Bruto (PIB) de Portugal registe uma expansão de 5,5% no próximo ano, depois de recuperar 4,8% este ano. Uma recuperação que tem lugar depois da quebra histórica de 8,4% no ano passado, devido aos impactos da pandemia.
31 Out 2021 | Sem categoria
O maior contributo terá sido, segundo a estimativa do INE, do aumento dos preços dos produtos energéticos, com uma variação homóloga de 13,5% em Outubro. O Instituto Nacional de Estatística (INE) estima que, em Outubro, a inflação nacional acelerou, registando-se uma variação homóloga de 1,8%. Em Setembro, a variação do Índice de Preços no Consumidor (IPC) tinha sido de 1,5%, o mesmo valor de Agosto. Os produtos alimentares não-transformados, contudo, registaram uma variação homóloga de -0,7%, face a -0,4% em Setembro.
31 Out 2021 | Sem categoria
A União Europeia obteve, em 2020, menos receitas com contribuições fiscais e sociais em comparação com 2019, sendo a primeira quebra nestas receitas desde 2009. Segundo o Eurostat, a quebra foi de 215 mil milhões de euros, para o patamar dos 5.531 mil milhões de euros. Ainda assim, o rácio de impostos em relação ao produto interno bruto (PIB) aumentou para os 41,3%, que comparam com os 41,1% de 2019. Isto deve-se a uma diminuição no PIB nominal, resultante da pandemia de Covid-19, afirma o Eurostat. França, Dinamarca e Bélgica foram os países onde o rácio que relaciona os impostos com o PIB foi maior. No caso da Dinamarca ficou nos 47,6%, França fixou-se nos 47,5% e a Bélgica nos 46,2%. No extremo oposto posicionaram-se a Irlanda e Roménia, com, respetivamente, um rácio de 20,8% e 27,2%. Portugal ficou na 13.ª posição, precisamente a meio da tabela.
30 Out 2021 | Sem categoria
Parceiros ibéricos entendem-se em cluster para veículo elétrico e assinaram novo tratado de amizade e cooperação. Mas os parceiros ibéricos não conseguem entender-se em matéria ferroviária: exemplo disso é a falta de acordo para a construção de uma linha entre Faro e Huelva. A intenção de ligar Algarve e Andaluzia sobre carris foi manifestada pelo primeiro-ministro português. A proposta tem sido defendida pelas associações empresariais das duas regiões mas o governo espanhol não está interessado, pois teria de assumir a maior parte dos custos de construção. A cimeira ibérica também não apresentou uma solução política para que volte a haver um comboio directo entre Lisboa e Madrid. Suspensa desde março do ano passado, a travessia ferroviária entre as duas capitais ibéricas obriga, atualmente, a usar quatro comboios e a mais de 10 horas de viagem.
30 Out 2021 | Sem categoria
O montante global de empréstimos abrangidos por moratórias era de 19,2 mil milhões de euros, menos 17,2 mil milhões do que em Agosto. Esta variação reflete as reduções de 8,7 mil milhões de euros nos empréstimos concedidos a particulares e de 8,1 mil milhões de euros nos empréstimos a sociedades não financeiras, e resulta do término da moratória pública a 30 de Setembro de 2021 (para as adesões que ocorreram até 30 de Setembro de 2020)’, sublinha o BdP. Em Agosto, o montante global de empréstimos abrangidos por moratórias tinha diminuído em 500 milhões de euros, para 36.300 milhões de euros, face ao mês anterior.
29 Out 2021 | Sem categoria
Governo confirma subida de 40 euros do salário mínimo nacional e diz que implementará as medidas que puder. PCP e BE não querem eleições. A Esquerda entende que ‘nada obriga’ a que o chumbo do Orçamento do Estado (OE) leve à marcação de eleições antecipadas, como quer o presidente da República. Mesmo após o chumbo, o Governo assegura que irá subir o salário mínimo em 40 euros, para 705 euros. Os constitucionalistas garantem que pode fazê-lo.
29 Out 2021 | Sem categoria
No balanço do ano passado, as exportações de bens caíram 10,3%, em termos nominais, face ao ano anterior, atingindo 53757 milhões de euros, enquanto as importações totalizaram 68146 milhões de euros, menos 14,8% que no ano anterior. Os três principais clientes e fornecedores externos de bens a Portugal continuaram a ser Espanha, França e Alemanha. O maior défice comercial manteve-se com Espanha e o maior excedente registou-se com a França, enquanto no ano anterior tinha sido com os Estados Unidos.