Desemprego recua para 7,6%

A taxa de desemprego recuou em Abril na zona euro para os 7,6% e para 6,4% na União Europeia, registando um novo mínimo nos países da moeda única desde Agosto de 2008. A República Checa (2,1%), a Alemanha (3,2%) e Holanda (3,3%) registaram as menores taxas de emprego e a Grécia (18,5% em Fevereiro de 2019), em Espanha (13,8%) e Itália (10,2%), revelam os dados do Eurostat. Em termos homólogos, a taxa de desemprego desceu em todos os Estados-membros excepto na Dinamarca (subiu de 5,2% para 5,3%), e no Luxemburgo e na Polónia, onde se manteve estável.

Bolt chega ao Algarve

A Bolt (ex-Taxify) ruma ao sul e chega pela primeira vez ao Algarve, onde já tem motoristas prontos a aceitar as primeiras viagens. A expansão para a quarta localização em Portugal mostra como temos ganho a confiança dos portugueses de forma rápida. O valor praticado é “15% inferior ao principal concorrente e com um desconto até 50% para os utilizadores na região. Aos motoristas oferece uma menor taxa, ao cobrar apenas 15% de comissão para os que trabalham com a plataforma. A nível global, mais de 500.000 motoristas já usam a plataforma como emprego a tempo inteiro ou segundo emprego.

Inflação na zona euro cai para 1,2%

Esta baixa da inflação pode obrigar o Banco Central Europeu a ampliar o período em que não mexe nas taxas directoras. A inflação na zona euro caiu de 1,7% em Abril para 1,2% em Maio, o nível mais baixo desde Abril de 2018. Depois de uma subida da inflação de 1,4% em Janeiro para 1,7% em Abril, a inversão actual da trajectória ascendente aumenta a pressão sobre o Banco Central Europeu (BCE) para que amplie a política monetária de estímulos. O primeiro sinal de que os riscos crescentes na conjuntura mundial poderão obrigar os bancos centrais a ampliar os estímulos monetários veio da Austrália.

Economia cresceu 1,8% até Março

O Produto Interno Bruto (PIB) português aumentou 1,8% no primeiro trimestre deste ano em termos homólogos, acima dos 1,7% do trimestre anterior, e subiu 0,5% em cadeia, confirmou o Instituto Nacional de Estatística. Nas Contas Nacionais Trimestrais, o Instituto Nacional de Estatística (INE) confirma os valores para o crescimento da economia portuguesa que tinha avançado na estimativa rápida publicada em 15 de Maio. No último trimestre do ano passado, a economia portuguesa tinha crescido 1,7% em termos homólogos e 0,4% em cadeia.

Reclamações no sector do turismo estão a aumentar

O Verão está a chegar e são muitos os portugueses que andam a riscar os dias do calendário para que as tão desejadas férias cheguem. Mas às vezes o sonho transforma-se em pesadelo: os consumidores acreditam ter pago por determinado serviço mas, por vezes, quando chegam ao destino, a realidade apresenta-se muito longe das expectativas criadas. Prova disso é o aumento das reclamações no sector do turismo que a Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (Deco) tem vindo a receber. Em 2017, a Defesa do Consumidor recebeu 4281 reclamações. Este número subiu para 4650 no ano passado, quando houve quase dez milhões de hóspedes nacionais a pernoitar nos estabelecimentos de alojamento turístico em Portugal.

Timeshare e agências de viagens aumentam reclamações mo turismo

2019O ano de 2019 ainda vai a meio e os dados mais recentes são relativos aos quatro primeiros meses: o número de queixas ascendeu já a 1654, mais 273 do que nos primeiros quatro meses de 2018 e mais 422 do que no período homólogo de 2017. Entre as queixas mais comuns, estão o timeshare (produtos de férias de longa duração) e os cartões de férias. Os consumidores estão a apresentar reclamações relacionadas com agências de viagens e também viagens organizadas. A qualidade do serviço prestado nos hotéis e alojamentos turísticos é também uma das reclamações comuns junto da Deco. Em 2018, com cerca de dez milhões de dormidas, houve 4650 queixas. As reclamações recebidas nos primeiros quatro meses deste ano mostram uma tendência de subida de queixas no sector do turismo.