Algarve aprova redução de 50% no custo dos passes de transportes públicos

A Comunidade Intermunicipal do Algarve (AMAL) aprovou a redução em 50% do custo dos passes de transportes públicos algarvios, medida que será aplicada no mais tardar a partir de Maio. Esta redução, válida para autocarros e comboios, é conseguida através de verbas do Fundo Ambiental que, no caso da AMAL, representam este ano aproximadamente um milhão de euros, o que corresponde a 97,5% do montante global, sendo os restantes 2,5% provenientes dos municípios. O objectivo é que utilizem esta verba para criar soluções que alterem “padrões de mobilidade da população, com vista à redução de emissões nos transportes”. As compensações financeiras do PART estão disponíveis em 01 de Abril. As 21 CIM vão receber um total de 23,2 milhões do PART e cada uma delas vai contribuir com 2,5% da verba que lhes for transferida pelo Estado.

Redução do IVA da Restauração gera mais emprego e aumento na remuneração

No segundo semestre de 2017, o emprego no sector da restauração aumentou 9,9% em termos homólogos (+21,6 mil empregos), alcançando as 240,2 mil pessoas e superando o crescimento global do emprego (+5,1%). No entanto, apesar da descida do IVA os preços da restauração e similares subiram. A redução da taxa do IVA no sector do alojamento, restauração e similares gerou um aumento do emprego, da remuneração dos trabalhadores e nas contribuições para a Segurança Social no segundo semestre de 2017, de acordo com o relatório final divulgado pelo Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

Flybmi declara falência e cancela voos

A Flybmi conta com cerca de 400 empregados – no Reino Unido, Alemanha, Suécia e Bélgica – 17 aviões e voava para 25 destinos europeus, tendo a sua base no aeroporto de East Midlands. A companhia aérea regional britânica Flybmi cancelou todos os voos por ter entrado em falência face a várias “dificuldades”. Entre elas, segundo a empresa, está subida dos preços dos combustíveis e as incertezas criadas pelo Brexit.”

Airbus A380: o gigante dos ares tem os dias contados

O grupo europeu Airbus anunciou que vai deixar de fabricar o avião A380 em 2021, depois do seu principal cliente, a Emirates, ter alterado parte da sua encomenda pelos modelos A330-900 e A350-900. A Emirates, que, de acordo com as encomendas até agora, deveria ter recebido um total de 162 aviões A380, vai comprar apenas 123, tendo assinado um novo contrato com a Airbus para adquirir 40 aparelhos A330-900 e 30 do modelo A350-900. Mais do que um avião eficiente, o A380 foi usado pelas companhias aéreas como uma ferramenta de marketing. A peculiaridade de um avião com dois andares completos e recheado de luxos faziam com que alguns passageiros optassem por comprar bilhetes nas ligações que sabiam ser feitas com este tipo de aeronave.

Reservas online são preponderantes para o turismo nacional

Desde websites de hotéis até novos canais de reservas terceiros, a diversidade da lista deste ano reflecte o aumento das escolhas do consumidor. Este novo panorama está a forçar os hotéis a competirem pelo negócio através dos canais de reserva como nunca se assistira até então. As vendas on-line dos hotéis a nível mundial ultrapassaram os 231 mil milhões de euros, o que representa mais de 170% de crescimento na última década, e dos quais 13% ocorreram só no ano passado. Os 12 principais canais de reservas em 2018 foram, por esta ordem: Booking.com; Expedia; Hotelbeds (GTA mais Tourico); websites de hotéis (reservas diretas); OTS Globe; Abreu Online; Sistemas de distribuição global (GDS); NT Incoming; Portimar; Traveltool; HRS – Hotel Reservation Service; e Jet2holidays.

Ryanair. Rombo nas contas obriga empresa a reorganizar estrutura

A empresa registou um prejuízo líquido de 20 milhões de euros no período de Outubro a Dezembro. O valor em questão tem de ser comparado com o lucro líquido de 106 milhões de euros conseguido no mesmo período do ano anterior. Na verdade, as promoções que a companhia aérea tem vindo a fazer são prova das dificuldades da transportadora de baixo custo que tem vindo a perder terreno para a concorrência em matéria de voos de curta distância na Europa. Esta nova realidade foi o que fez com que a empresa começasse a apostar cada vez mais em preços reduzidos, mas esmagando também a margem de lucro. No prazo de um ano, passará a existir a Ryanair DAC, na Irlanda, Ryanair UK, no Reino Unido, Laudamotion, na Áustria, e Ryanair Sun, na Polónia.