Nos primeiros três meses deste ano, a cobrança coerciva do Fisco ultrapassou os 254,6 milhões de euros. Metade dessa receita foi recuperada através de impostos directos, que justificam grande parte da subida de 22% na cobrança coerciva. Assim sendo, a execução no primeiro trimestre deste ano subiu mais 22% do que nos mesmos três meses de 2018.
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