O défice do primeiro semestre das Administrações Públicas ascendeu a 7060 milhões de euros em contabilidade pública, o que representa um agravamento de 150 milhões de euros face ao período homólogo. Nos primeiros seis meses do ano, a despesa primária cresceu 5,7%, impulsionada pelas medidas extraordinárias de apoio à economia. Sem as medidas covid-19, destacam-se subidas na despesa da Segurança Social com prestações sociais, excluindo pensões. A despesa do Serviço Nacional de Saúde aumentou 8,8%, com as despesas com o pessoal a crescerem 9,6%, devido ao reforço do número de profissionais de saúde em junho.
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