Receita fiscal aumenta 9,8% até Maio

Nos primeiros cinco meses do ano, a receita fiscal líquida do subsector Estado registou um aumento de 1.374,9 milhões de euros (+9,8%) face ao período homólogo”, indica a Direcção geral do Orçamento (DGO) na Síntese de Execução Orçamental divulgada esta sexta-feira, adiantando que este desempenho foi “fortemente influenciado pela evolução de dois dos principais impostos: IVA e IRS. No total, a receita fiscal ascendeu a 15.394,4 milhões de euros até Maio, o que representa um aumento de 9,8% face ao mesmo mês de 2018. Em Abril, o valor total de impostos arrecadado pelo Estado tinha aumentado 7,6% na comparação com o período homólogo.

Pagamentos em atraso descem

Os pagamentos em atraso das entidades públicas ascenderam a 857,8 milhões de euros no final de Maio, uma diminuição de 112,3 milhões face ao período homólogo. Na comparação com o mês anterior, os pagamentos em atraso (dívidas por pagar há mais de 90 dias) aumentaram 35,5 milhões de euros, indica a Síntese de Execução Orçamental divulgada esta sexta-feira pela Direcção-Geral do Orçamento (DGO). Para a evolução homóloga, contribuíram sobretudo os Hospitais EPE e a administração local, que registaram, respectivamente, uma redução de 78,3 milhões de euros (para 626,5 milhões) e de 37 milhões de euros (para 76,8 milhões de euros), respectivamente.

Portugal com os maiores níveis de sempre de investimento estrangeiro

Portugal apresenta actualmente os maiores níveis de sempre de investimento estrangeiro, com intenções de dois mil milhões de euros em negociação. O Governo entende as manifestações de interesse estrangeiro como “apenas a sequência de uma grande capacidade” que Portugal tem “tido nos últimos três anos de atrair investimento estrangeiro para o país. A origem dos novos investimentos estrangeiros são vários, com destaque para o investimento francês que “está muito forte, nos últimos dois anos o investimento do Reino Unido cresceu imenso”. Os investidores são também de outros países europeus, como a Alemanha, mas também de outras origens como as Américas do Norte e do Sul.

Lisboa desce no ranking do custo de vida

Lisboa caiu dois lugares, posicionando-se agora na 95.ª posição. Após uma subida expressiva de 44 posições no ano passado, a capital portuguesa encontra-se agora estável no ranking do custo de vida da consultora. A cidade mais cara do mundo é Hong Kong, em oposição, Tunes é a menos cara do mundo. No que diz respeito às cidades europeias, Zurique é a cidade mais cara, ficando posicional em 5.º lugar no ranking global. Do top das dez cidades mais caras do mundo, oito são asiáticas e o top 3 é constituído por Hong Kong, no primeiro lugar e Tóquio no segundo. O terceiro lugar pertence a Singapura. Seguem-se, por ordem, Seoul, Zurique, Shangai, Ashgabat, Pequim, Nova Iorque e Shenzhen.

Perdas de água representam 90 milhões de euros anuais

Anualmente, perdem-se 179.722.877 metros cúbicos de água em 258 concelhos portugueses, o equivalente a 197 piscinas olímpicas. Este valor deve aumentar, tendo em conta os 20 municípios que desconhecem o volume desperdiçado. Em causa está a falta de manutenção das condutas. Feitas as contas, perdem-se anualmente mais de 180 milhões de metros cúbicos de água, o equivalente a deitar fora 90 milhões de euros. Macedo de Cavaleiros é o município com maior desperdício. Para um município obter boa avaliação, as perdas de água não devem ser superiores a 100 litros por ramal e por dia.

OCDE quer tribunais especiais para julgar a corrupção

Portugal precisa de fortalecer os mecanismos de prevenção da corrupção, defende a OCDE, que sugere a criação de tribunais especializados e a redução das possibilidades de recurso dos arguidos. A eficiência do sistema de justiça, no seu todo, merece nota negativa. O organismo aponta, desde logo, o dedo à lentidão dos tribunais, que, apesar de serem agora mais rápidos, têm ainda tempos médios dependência demasiado elevados – por exemplo, nos casos civis e comerciais, os juízes demoram e média 300 dias para resolverem um caso, apenas sendo suplantados pela Grécia Itália, Turquia e França.

Portugal volta a fazer má figura na prevenção da corrupção

Entre os 49 países que integram o Greco, um organismo criado pelo Conselho da Europa para monitorizar a corrupção, Portugal destaca-se entre os 16 que não cumprem boa parte das recomendações. Portugal é ainda o país com maior percentagem de medidas ainda por implementar. O país continua a ser aquele que maior percentagem de recomendações tem por implementar – ao todo, 73% das recomendações feitas pelo Greco continuaram a não ser acolhidas pelo legislador nacional, seja o Governo, seja o Parlamento, uma percentagem que é seguida de perto pela Turquia (70%) e mais distanciadamente pela Sérvia (59%), Roménia (44%), Bélgica (42%) e Grécia.

Seis anos depois, Portugal volta a ter défice externo

A nova medida entra em vigor no início de Julho e também abrange luso-descendentes. O Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) tem este ano 10 milhões de euros para um universo potencial de 1.500 pessoas. O programa é destinado aos emigrantes que saíram de Portugal até 31 de Dezembro de 2015, que viveram fora pelo menos um ano, e que comecem a trabalhar em Portugal continental entre 1 de Janeiro de 2019 e 31 de Dezembro de 2020, através de um contrato por conta de outrem com pelo menos 12 meses de duração. A medida soma-se ao desconto fiscal que já está em vigor: quem regressar a Portugal em 2019 ou 2020 e cumprir as condições só paga IRS sobre metade do rendimento.

Estado paga até 6.500 euros a emigrantes que voltem a trabalhar em Portugal

A nova medida entra em vigor no início de Julho e também abrange luso-descendentes. O Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) tem este ano 10 milhões de euros para um universo potencial de 1.500 pessoas. O programa é destinado aos emigrantes que saíram de Portugal até 31 de Dezembro de 2015, que viveram fora pelo menos um ano, e que comecem a trabalhar em Portugal continental entre 1 de Janeiro de 2019 e 31 de Dezembro de 2020, através de um contrato por conta de outrem com pelo menos 12 meses de duração. A medida soma-se ao desconto fiscal que já está em vigor: quem regressar a Portugal em 2019 ou 2020 e cumprir as condições só paga IRS sobre metade do rendimento.

Preços das comunicações em Portugal ficaram 19,7% acima da média da UE em 2018

Os preços das telecomunicações em Portugal, incluindo equipamentos e serviços telefónicos e postais, foram no ano passado superiores em 19,7% à média da União Europeia (UE), sendo o nono Estado-membro com preços mais elevados. Ainda assim, o país da UE com maiores custos nas telecomunicações foi, no ano passado, a Grécia, enquanto a Polónia registou preços mais baixos. Já 10,8% acima da média comunitária ficaram, em 2018, os preços com o transporte pessoal em Portugal, incluindo viaturas (carros e motas) e bicicletas, levando o país a ocupar, neste parâmetro, o quinto lugar dos mais caros na UE. Já os preços dos restaurantes e hotéis em Portugal foram inferiores em 22,2% à média da EU.