14 Out 2021 | Sem categoria
Os encargos do Estado português com juros da dívida vão manter a tendência de recuo em 2021. Segundo a proposta de Orçamento do Estado para 2022 (OE2022). O gasto previsto com juros é de 5.108 milhões de euros em 2022, menos 293 milhões de euros do que os 5.401 milhões de euros ou 5,4% do que este ano. Em termos de peso na economia, este encargo representará, no próximo ano, 2,3% do PIB, contra 2,6% este ano. ‘Ao longo de 2021, a credibilidade externa foi novamente comprovada, com uma emissão histórica com taxa de juro negativa, a subida de rating por parte da agência Moody’s e a primeira emissão a 30 anos desde 2015’, refere o relatório.
13 Out 2021 | Sem categoria
As cidades de Porto e Lisboa perderam uma média de dois mil a 5200 reservas diárias desde a pandemia, respetivamente, revela um novo relatório da Nova SBE sobre o impacto da covid-19 nas estadias em alojamento local. Os dados mostram igualmente que nos meses de verão de 2020, a época alta turística em Portugal, o número de reservas não conseguiu atingir o nível do ano anterior. Em 2019, Lisboa atingiu as 13.611 reservas diárias e o Porto alcançou as 5.839. A Nova SBE recolheu dados sobre o número de reservas, preços médios e receita para mais de 50 mil propriedades.
13 Out 2021 | Sem categoria
O maior empréstimo do Estado em Junho de 2021 estava nas contas da Parvalorem, no montante de 4,091 mil milhões de euros, seguido do Metro do Porto, a ascender a 3,1 mil milhões de euros. Os números impressionam, os empréstimos globais às empresas públicas pelo Estado ascendiam a 16,150 mil milhões de euros em Junho de 2021. A Infraestruturas de Portugal e Metro de Lisboa têm de empréstimos do Estado mais de 2 mil milhões de euros, a primeira 2,2 mil milhões e a segunda 2,061 mil milhões. A CP também tem uma fatia significativa deste valor, no montante de 1,63 mil milhões de euros. Depois vem a TAP com 1,2 mil milhões de euros e a Parups com 1,1 mil milhões.
12 Out 2021 | Sem categoria
A partir dos pressupostos do Programa de Estabilidade para 2021-25 apresentado pelo Governo, existem três cenários: o mais otimista, com o peso da dívida a descer para 100% do PIB em 2028, exige um saldo orçamental primário anual de 1% face a uma média de 0,05% avançada pelas projeções do Governo. Nos piores cenários, o rácio da dívida não cai para o nível pré-pandemia nem sequer em 2030. Depois de um pico histórico da dívida pública portuguesa acima de 135% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2020, no ano de começo da covid-19, o regresso ao nível pré-pandemia só é conseguido em 2025 e a queda para o limiar dos 100% não se consegue antes de 2030 – isto admitindo que os pressupostos do Programa de Estabilidade 2021-25 apresentado pelo Governo se mantém nos anos seguintes.
12 Out 2021 | Sem categoria
As insolvências registaram uma quebra de 12,1% no mês de Setembro face a igual período de 2020, decrescendo de 612 para 538. Os dados da Iberinform mostram, no entanto, que até ao final dos primeiros nove meses deste ano, o acumulado ascendia a 3717 ações de insolvência, mais 150 que em 2020, o que traduz um aumento de 4,2%. Os encerramentos com plano de insolvência evoluíram de 35 em 2020 para 40 em 2021 (+14,3%). Nos nove primeiros meses de 2021 foi declarada a insolvência (encerramento de processos) de 2.181 empresas, mais 164 que no mesmo período do ano passado.
11 Out 2021 | Sem categoria
As constituições de empresas baixaram de 3720 em Setembro de 2020 para 3286 no mês homólogo deste ano, menos 434 novas empresas no comparativo (-11,7%). No acumulado é alcançado um total de 30604 novas empresas, mais 2427 que em 2020 (+8,6%), mas significativamente menos que em 2019 (menos 7475 empresas, o que traduz um decréscimo de 19,6%). Lisboa regista o número mais significativo com 9523 novas empresas (+9%), enquanto o distrito do Porto soma 5466 constituições (+8%).
11 Out 2021 | Sem categoria
A decisão vai relocalizar ‘125 mil milhões de dólares [108 mil milhões de euros] de lucros de cerca de 100 das maiores e mais lucrativas multinacionais por todo o mundo’. A OCDE anunciou que 136 países acordaram a implementação de uma taxa mínima de 15% de IRC para empresas multinacionais a partir de 2023, culminando ‘anos de negociações’. O pilar dois do acordo estabelece a taxa mínima de IRC de 15%, que será aplicada a empresas ‘com receitas superiores a 750 milhões de euros’, e deverá gerar também 130 mil milhões de euros em receita fiscal.
30 Set 2021 | Geral
A receita fiscal do Estado aumentou em 215,8 milhões de euros até Agosto, face a igual período do ano passado, para 27.223,8 milhões de euros (ME), segundo a síntese da execução orçamental. No que diz respeito à receita fiscal líquida do subsetor Estado acumulada até Agosto de 2021, registou-se um crescimento de 215,8 milhões de euros (+0,8%), face ao primeiro período homólogo’, refere a Direção-Geral do Orçamento (DGO). A subida homóloga da receita fiscal observada até agosto assenta sobretudo na evolução dos impostos diretos, designadamente do IRS e do IRC. Já ao nível dos impostos indiretos, ‘registou-se uma evolução negativa de 161,5 milhões de euros (-1%), principalmente influenciada pelo desempenho do IVA, cuja execução acumulada retrai 187,3 milhões de euros face aos primeiros oito meses de 2020 (-1,8%)’, destaca a DGO.
30 Set 2021 | Geral
A pandemia de covid-19 custou ao Estado 5.139,5 milhões de euros até Agosto, devido ao aumento da despesa de 4.657,9 milhões de euros e redução de receita de 481,6 milhões. De acordo com a DGO, na redução da receita destaca-se ‘o impacto estimado associado à prorrogação do pagamento da autoliquidação do IRC (119,8 milhões de euros) e isenção de pagamento da TSU (estimado em 206 milhões de euros)’. Já na despesa ‘os apoios às empresas e ao emprego atingiram 2.438,2 milhões de euros, destacando-se o programa Apoiar (1.008,1 milhões de euros), o apoio extraordinário à retoma progressiva da atividade (489,5 milhões de euros) e o ‘layoff’ simplificado (366,0 milhões de euros)’.
29 Set 2021 | Geral
No final de Agosto os pagamentos em atraso das entidades públicas ascenderam a 623,7 milhões de euros, o que representou um aumento de 67,3 milhões de euros relativamente ao período homólogo e uma diminuição de 283,5 milhões de euros face ao final do mês anterior, indica a Direção-Geral do Orçamento (DGO). A evolução homóloga é sobretudo explicada pelos Hospitais EPE (Entidade Pública Empresarial), que registaram um aumento de 101,4 milhões de euros, que foi atenuado pela diminuição de 36,8 milhões de euros na Administração Regional. Os pagamentos em atraso são dívidas que estão por pagar há mais de 90 dias.