12 Set 2020 | Covid-19, Destaques
O turismo na União Europeia (UE) sofreu uma quebra de 75% em Junho face a Fevereiro, em consequência da pandemia de covid-19, segundo dados divulgados pelo Eurostat, que revelam ainda que os restantes serviços apresentaram um recuo de 16,4%. No setor do turismo, as agências de viagens e operadores sofreram as maiores quebras na sua atividade (-83,6%), seguindo-se o transporte aéreo (-73,8%), alojamento (-66,4%) e restauração (-38,4%). O Eurostat indica ainda que o setor da hotelaria e alojamento pesou 79,0 mil milhões de euros em 2017 na UE, o que representa 1,3% do valor acrescentado da economia empresarial não financeira, e a restauração e similares 96,4 mil milhões (1,6%), com quotas de emprego de 1,9% e 4,0%, respetivamente.
11 Set 2020 | Covid-19, Destaques
As insolvências de empresas em Portugal aumentaram 64,5% em Agosto face ao período homólogo, acumulando uma subida de 10,6% em 2020, enquanto as novas companhias criadas diminuíram 10,2% e quase 30%, respetivamente. 199 empresas insolventes, mais 78 que no período homólogo de 2019. No acumulado do ano, o aumento é de 10,6%, com um total de 3.342 insolvências, mais 319 que no mesmo período do ano passado. Os crescimentos homólogos mais significativos verificaram-se, contudo, em Angra do Heroísmo (+50%), Castelo Branco (+50%), Faro (+43,2%), Viana do Castelo (+39,5%), Évora (+29,6%), Beja (+29,4%), Ponta Delgada (+27,8%), Madeira (+25,4%) e Santarém (+14,7%).
11 Set 2020 | Covid-19, Destaques
O turismo na União Europeia (UE) sofreu uma quebra de 75% em Junho, enquanto os restantes serviços apresentaram um recuo de 16,4%. No setor do turismo, as agências de viagens e operadores sofreram as maiores quebras na sua atividade (-83,6%), seguindo-se o transporte aéreo (-73,8%), alojamento (-66,4%) e restauração (-38,4%). Com o alívio das medidas de confinamento, o setor da restauração e similares foi o que mais recuperou, seguindo-se o do alojamento, com o transporte aéreo a subir ligeiramente e o setor das agências e operadores turísticos a manter-se basicamente no mesmo nível.
7 Set 2020 | Covid-19, Destaques
Estudo da Comissão Europeia antecipa para este ano quebra de turistas de 38% no melhor dos cenários. Se houver novo fecho de fronteiras pode ir aos 68%. O recuo do turismo devido à pandemia pode pôr em causa ainda neste ano até 11,7 milhões de postos de trabalho na União Europeia, caso as fronteiras voltem a fechar com uma chamada segunda vaga de infeções pelo vírus da covid-19, segundo um estudo publicado pelo Centro de Investigação Comum da Comissão Europeia. Portugal não surge, no todo nacional, como um dos países mais afetados, mas sofre um dos maiores impactos regionais no Algarve. As previsões do centro de investigação de Bruxelas são, ainda assim, menos penalizadoras do que as já avançadas pela Organização Mundial do Turismo, que pressupõe recuos num intervalo de 58% a 78% ao longo deste ano.
6 Set 2020 | Covid-19, Destaques, Fiscalidade
Até ao final de Junho, o Fisco fez cobranças coercivas num valor superior a 427 milhões de euros, mas, apesar da dimensão, representa uma queda significativa face aos primeiros seis meses do ano passado, de acordo com as Contas Provisórias do Estado do primeiro semestre. No primeiro trimestre do ano, a Autoridade Tributária (AT) aumentou o valor da cobrança coerciva face ao ano passado em mais de 50 milhões de euros, mas nos três meses seguintes a queda foi gigantesca. Esta quebra acentuada pode estar relacionada com as medidas tomadas pelo Governo como a suspensão dos processos de execução fiscal até 30 de Junho de 2020, os que estavam em curso ou que viriam a ser instaurados pela AT.
6 Set 2020 | Covid-19, Destaques
Em causa está o apoio à normalização de atividade que atribui às empresas uma compensação equivalente a dois salários mínimos (1.270 euros) por cada trabalhador retirado do lay-off. Para garantir este apoio, empregadores têm de manter o nível de emprego que tinham no último mês de lay-off, mas não têm de o fazer pelo mesmo salário, nem para a mesma função. Os empregadores que saiam do lay-off e adiram ao incentivo à normalização da atividade empresarial podem avançar com rescisões por mútuo acordo, mas são obrigados a repor o nível de emprego que tinham no último mês civil da aplicação do lay-off simplificado e a mantê-lo por um período de 240 dias. Ou seja, podem rescindir, mas têm até 30 dias para voltar a contratar, mesmo que a salários mais baixos.