Portugal volta a fazer má figura na prevenção da corrupção

Entre os 49 países que integram o Greco, um organismo criado pelo Conselho da Europa para monitorizar a corrupção, Portugal destaca-se entre os 16 que não cumprem boa parte das recomendações. Portugal é ainda o país com maior percentagem de medidas ainda por implementar. O país continua a ser aquele que maior percentagem de recomendações tem por implementar – ao todo, 73% das recomendações feitas pelo Greco continuaram a não ser acolhidas pelo legislador nacional, seja o Governo, seja o Parlamento, uma percentagem que é seguida de perto pela Turquia (70%) e mais distanciadamente pela Sérvia (59%), Roménia (44%), Bélgica (42%) e Grécia.

Seis anos depois, Portugal volta a ter défice externo

A nova medida entra em vigor no início de Julho e também abrange luso-descendentes. O Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) tem este ano 10 milhões de euros para um universo potencial de 1.500 pessoas. O programa é destinado aos emigrantes que saíram de Portugal até 31 de Dezembro de 2015, que viveram fora pelo menos um ano, e que comecem a trabalhar em Portugal continental entre 1 de Janeiro de 2019 e 31 de Dezembro de 2020, através de um contrato por conta de outrem com pelo menos 12 meses de duração. A medida soma-se ao desconto fiscal que já está em vigor: quem regressar a Portugal em 2019 ou 2020 e cumprir as condições só paga IRS sobre metade do rendimento.

Estado paga até 6.500 euros a emigrantes que voltem a trabalhar em Portugal

A nova medida entra em vigor no início de Julho e também abrange luso-descendentes. O Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) tem este ano 10 milhões de euros para um universo potencial de 1.500 pessoas. O programa é destinado aos emigrantes que saíram de Portugal até 31 de Dezembro de 2015, que viveram fora pelo menos um ano, e que comecem a trabalhar em Portugal continental entre 1 de Janeiro de 2019 e 31 de Dezembro de 2020, através de um contrato por conta de outrem com pelo menos 12 meses de duração. A medida soma-se ao desconto fiscal que já está em vigor: quem regressar a Portugal em 2019 ou 2020 e cumprir as condições só paga IRS sobre metade do rendimento.

Preços das comunicações em Portugal ficaram 19,7% acima da média da UE em 2018

Os preços das telecomunicações em Portugal, incluindo equipamentos e serviços telefónicos e postais, foram no ano passado superiores em 19,7% à média da União Europeia (UE), sendo o nono Estado-membro com preços mais elevados. Ainda assim, o país da UE com maiores custos nas telecomunicações foi, no ano passado, a Grécia, enquanto a Polónia registou preços mais baixos. Já 10,8% acima da média comunitária ficaram, em 2018, os preços com o transporte pessoal em Portugal, incluindo viaturas (carros e motas) e bicicletas, levando o país a ocupar, neste parâmetro, o quinto lugar dos mais caros na UE. Já os preços dos restaurantes e hotéis em Portugal foram inferiores em 22,2% à média da EU.

Dívida directa do Estado mantém-se em 252,3 mil milhões em Maio, diz IGCP

O peso da dívida directa do Estado no PIB era de 125,1%. O valor da dívida directa do Estado totalizou 252,3 mil milhões de euros, o que representa uma variação nula face ao final do mês anterior e um aumento de 2,4% face ao período homólogo. No mesmo mês a dívida pública no âmbito do Programa de Assistência Financeira, ascendeu a 51,6 mil milhões de euros (25,6% do PIB), dos quais 27,3 mil milhões de euros dizem respeito ao Fundo Europeu de Estabilidade Financeira, e 24,3 mil milhões de euros ao Mecanismo Europeu de Estabilização Financeira.

Trabalhadores em Lisboa ganham mais 450 euros do que no resto do país

Os salários na região da grande Lisboa no sector público são superiores à média nacional, segundo dados da Segurança Social relativos a 2017. A remuneração média mensal no concelho de Lisboa atinge os 1.294 euros, mais 354 euros (37,6%) superior à média nacional de 940 euros. Analisando o ganho médio mensal, que inclui subsídios e horas extra, o concelho de Lisboa supera em 448 euros (39%) a média nacional de 1.131 euros. Sete dos dez municípios com piores salários ficam na região norte: Celorico de Basto, Penedono, Mondim de Basto, Resende, Vinhais, Lousada e Sernancelhe. Dos 24 concelhos onde os ganhos estão acima da média nacional, metade ficam na área metropolitana de Lisboa.