Ouro do Banco de Portugal valorizou 481 milhões em 2018

A subida do dólar em 2018, moeda em que é cotado o metal amarelo, ajudou a aumentar o valor da reserva de ouro. Está avaliada em 13 786 milhões, uma subida de 3% face ao ano anterior. O Banco de Portugal voltou a não mexer nestas reservas que são umas das maiores do mundo. “À semelhança dos anos anteriores, a quantidade de ouro detida pelo Banco (382,5 toneladas) não se alterou. O banco central explica que “esta evolução se deveu à valorização do USD face ao EUR, uma vez que o preço do Ouro em USD sofreu uma desvalorização de 1,1% face a 2017. Segundo dados do World Gold Council, Portugal é 12.º país com as maiores reservas de ouro.

Estado emprestou 850 milhões de euros ao Fundo de Resolução para capitalizar Novo Banco

O Estado emprestou 850 milhões de euros ao Fundo de Resolução para a injecção de 1.149 milhões de euros no Novo Banco, tendo esta entidade utilizado também recursos próprios. Para realizar a operação, o “Fundo de Resolução utilizou os seus recursos próprios (resultantes de contribuições devidas, directa e indirectamente, pelo sector bancário) e recorreu ainda a um empréstimo junto do Estado, no montante de 850 milhões de euros.

Banco de Portugal entrega recorde de 645 milhões de euros de dividendos ao Estado

O lucro do Banco de Portugal subiu para os 806 milhões de euros em 2018, face aos 656 milhões de euros registados em 2017, permitindo a distribuição de 645 milhões de euros ao Estado, um novo máximo.  Em 2017, o BdP entregou 796 milhões de euros (dos quais 525 milhões de euros corresponderam a dividendos) e, no ano anterior, 561 milhões de euros (dos quais 352 foram relativos a dividendos). Os dados disponibilizados pelo regulador mostram que, no conjunto dos últimos cinco anos, o BdP entregou ao Estado um total de três mil milhões de euros, entre dividendos e impostos.

Quota de sardinhas para este ano volta a baixar

A proposta de captura de 10.799 toneladas de sardinha este ano a repartir entre Portugal e Espanha já provocou descontentamento junto dos pescadores dos dois países. As 15.425 toneladas correspondem a 10% da estimativa de ‘stock’ existente, fixada em 154.254 toneladas no último parecer do Conselho Internacional para a Exploração do Mar (ICES, na sigla em inglês) para 2019. Assim, o total de capturas ficaria acima do de 2018, quando foi de cerca de 12.000 toneladas, reduzidas ao longo do ano para 9.000 toneladas.

Bruxelas volta a rever em baixa ritmo de crescimento da zona euro

A Comissão Europeia voltou a rever em baixa as previsões de crescimento da economia da zona euro para 2019, que estima agora que fique pelos 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB), mas acredita numa aceleração em 2020. Nas previsões económicas da Primavera, Bruxelas “confirma” em definitivo o abrandamento da economia europeia, estimando que o PIB da zona euro cresça 1,2% em 2019 e 1,5% no próximo ano, quando há três meses, nas previsões de Inverno, estimava valores de 1,3% e 1,6%, respectivamente, que já constituíam revisões em baixa face às projecções do Outono, de Novembro do ano passado (de 1,9% e 1,7%).

IUC: Municípios querem imposto pago no local onde condutor reside

Receita do selo do carro em aluguer de longa duração é atribuído aos concelhos onde as empresas têm sede. A Associação Nacional de Municípios reclama que o imposto único de circulação (IUC) seja sempre pago ao concelho onde o utilizador do veículo reside. Uma alteração ao Código do IUC em 2016 fez com que parte daquele imposto nacional seja receita apenas de alguns municípios. Em causa estão os veículos fornecidos através de contratos de aluguer de longa duração ou de locação operacional. Só que a receita do IUC cobrado aos utilizadores de viaturas ao abrigo de contratos de leasing não está a entrar nos cofres dos concelhos onde esses contribuintes possuem morada fiscal.