7 Fev 2019 | Destaques
O PIB da Zona Euro cresceu 1,2% no quarto trimestre, em termos homólogos, travando face a um crescimento de 1,6% no terceiro trimestre. Confirmam-se assim as expectativas de desaceleração mais profunda da economia do euro. Este é o crescimento do PIB num trimestre mais baixo desde 2013. Este crescimento homólogo de 1,2% da economia da Zona Euro é, na prática, o pior desde a recuperação económica pós-crise. Isto porque no final de 2013 o PIB voltou a registar variações positivas, mas o conjunto do ano foi negativo. Apenas em 2014 é que a economia deu mesmo a volta. Crescimento anual de 2018 é o pior desde 2014.
7 Fev 2019 | Destaques
Os preços no consumidor subiram 0,4% em Janeiro deste ano, desacelerando face aos 0,7% registados em Dezembro do ano passado. A taxa de inflação está a travar há quatro meses consecutivos. Depois de ter atingido os 1,4%, a taxa de inflação desceu para os 1% em Outubro, os 0,9% em Novembro, os 0,7% em Dezembro e agora para os 0,4% em Janeiro. Tal deve-se à queda dos preços dos produtos energéticos. “A taxa de variação homóloga do índice relativo aos produtos energéticos terá diminuído de 1,4% em Dezembro para -2,2% em Janeiro”, explica o INE. No ano terminado em Janeiro, a inflação (Índice de Preços no Consumidor – IPC) fixou-se nos 0,9%.
6 Fev 2019 | Destaques
O comércio electrónico em Portugal totalizou quase 75 mil milhões de euros em 2017, representando 38,1% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional. O e-commerce B2B teve um crescimento de 11,1% em termos homólogos e que deverá voltar a aumentar, pelo menos, até 2025: com um peso de 62,5% na economia portuguesa. Já o e-commerce B2C está valorado em 4,6 mil milhões de euros (i.e. 2,5% do valor do PIB), mais 11,3% comparativamente ao ano anterior. Assim como com o comércio digital bussiness to business, o comércio digital business to costumer também passará a representar mais do PIB daqui a seis anos (4,2%, um acréscimo de quase 2 pontos percentuais).
6 Fev 2019 | Destaques, Turismo
A TAP transportou 15,8 milhões de passageiros em 2018, mais 1,5 milhões de passageiros do que em 2017, o que corresponde a um aumento de 10,4%. As rotas europeias foram as que mais contribuíram para o aumento de passageiros no ano passado, registando o transporte de mais 932 mil passageiros do que em 2017, ou mais 10,7%. Nos voos entre Lisboa, Porto e Faro, a TAP transportou 1,1 milhões de passageiros no ano passado, revelando um crescimento de 9,4% face ao ano anterior. Os voos entre o continente e os Açores e a Madeira, segundo a transportadora aérea, foram os que registaram o maior crescimento relativo, de 13,5%, com 1,3 milhões de passageiros transportados, mais 156 mil do que no ano anterior.
5 Fev 2019 | Destaques
O sentimento económico piorou “marcadamente”, tanto na Zona Euro, como em toda a União Europeia. Tanto os indicadores de sentimento, como o indicador de clima económico diminuíram de forma expressiva em Janeiro, revelou a direcção-geral de Economia e Finanças da Comissão Europeia. No que diz respeito ao indicador de clima económico da Zona Euro, a avaliação dos empresários sobre a produção passada piorou significativamente. Também as expectativas de produção se deterioraram fortemente, tal como a avaliação do stock de produtos acabados e da carteira de encomendas, seja total, seja para exportação. Entre os maiores países do euro, o sentimento económico só melhorou em França. Na Alemanha degradou-se, tal como em Itália e na Holanda.
5 Fev 2019 | Destaques
A receita de contribuições aumentou 7,6% no ano passado, devido ao crescimento do emprego e das remunerações. Na contratação colectiva terão subido 3,3%. As remunerações base declaradas à Segurança Social estavam a crescer 2,3% em Novembro, em termos homólogos, o que aponta para uma variação real de 1,3%. A remuneração média mensal nesta base de dados, que reflecte essencialmente a situação no sector privado (abrangendo também parte das empresas públicas e os funcionários públicos contratados de 2016 para cá) é de 934 euros. As contribuições aumentaram 7,6% em 2018, num acréscimo de cerca de 1,2 mil milhões de euros, essencialmente explicado pelo aumento do emprego (729 milhões de euros), de remunerações (404 milhões de euros) e de “eficiência” (59 milhões), o que poderá estar relacionado com a cobrança de dívidas em atraso.