4 Fev 2019 | Destaques
O investimento publicitário de 570,8 milhões de euros em 2017 “permitiu gerar cerca de 2,5 mil milhões de euros no Produto Interno Bruto (PIB) “no curto prazo”, representando 1,3% do total da riqueza produzida em Portugal. A publicidade foi responsável, em 2017, pela sustentação de 51.250 postos de trabalho, o que representa 1,1% do emprego total nacional. Deste montante, a televisão captou mais de 50% do investimento, cerca de 308,8 milhões de euros, a Internet 116,5 milhões de euros, o ‘outodoor’ 66,8 milhões de euros, a rádio 40,8 milhões de euros e a imprensa 36 milhões. O cinema, em 2017, captou 1,8 milhões de euros de investimento publicitário. Em cinco anos, o investimento publicitário na imprensa caiu mais de metade (54%) – de 88 milhões de euros em 2012 para 36 milhões de euros em 2017 -, tendo sido ultrapassada pela rádio.
4 Fev 2019 | Destaques
A necessidade de cobrir o financiamento da Infra-estruturas de Portugal foi a razão para mais um reforço de capital na empresa pública. Em 2018, foram colocados 886 milhões de euros na gestora de infra-estruturas rodoviárias e ferroviárias. Com este reforço, o capital da empresa responsável por assegurar as infra-estruturas rodoviárias e ferroviárias fixou-se em 5,8 mil milhões de euros. O ano passado foi apenas mais um em que o Estado foi chamado a capitalizar a empresa que resultou da fusão das antigas Estradas de Portugal e Refer. Desde 2015, os aumentos de capital da IP cifraram-se em mais de 3,2 mil milhões de euros.
3 Fev 2019 | Destaques
Pela primeira vez desde que há registo pelo regulador, a banca registou proveitos acima dos custos. Comissões cobradas ditam a nova tendência. Cada cliente custou ao banco 98 euros, menos 11 euros do que em 2013. Os bancos lucraram 132,1 milhões de euros em 2017 só com a disponibilização de meios de pagamento como cartões de débito, pré-pagos e de crédito. Esta subida deve-se, em grande parte, às comissões cobradas pelas instituições financeiras. Os custos com a disponibilização dos instrumentos de pagamento de retalho em 2017 totalizaram 793,3 milhões de euros (0,44% do Produto Interno Bruto (PIB)) e os proveitos 925,4 milhões de euros (0,5% do mesmo indicador)”, revela o estudo “Custos Sociais dos Instrumentos de Pagamento de Retalho em Portugal” realizado pelo Banco de Portugal (BdP).
3 Fev 2019 | Destaques
Os comerciantes registaram encargos de 1206,4 milhões de euros com meios de pagamento em 2017, dos quais 58% ligados à aceitação de numerário e 36,8% a cartões de pagamento. De acordo com o BdP, “um dos elementos de custo mais relevante para os comerciantes na aceitação dos diferentes instrumentos de pagamento são as comissões pagas ao sistema bancário e às empresas de transporte de valores, que representaram 25,3% do custo total que assumiram. A este nível destacam-se os custos relacionados com os cartões de pagamento, dadas as comissões associadas aos cartões de crédito (82,2%) e de débito (52,7%).
2 Fev 2019 | Destaques
Estudo divulgado pelo BCE conclui que bancos portugueses canalizaram o crédito para devedores de risco. O Estado português assumiu custos de mais de 17 mil milhões de euros em dez anos para salvar bancos. Essa é uma das conclusões de um estudo divulgado pelo Banco Central Europeu (BCE) que analisa a actuação dos bancos portugueses em 2011 e 2012, antes da Autoridade Bancária Europeia (EBA) lhes exigir mais capital. O estudo conclui que a ajuda prometida pelo Estado à Banca foi um incentivo a esse tipo de actuação.
2 Fev 2019 | Destaques, Fiscalidade
Os peritos vão rever os coeficientes de localização que servem de referência para o cálculo do valor patrimonial tributário dos imóveis. Efeito não será automático, mas, havendo uma avaliação, pode fazer subir ou descer o valor dos prédios e o IMI a pagar. As Finanças deram, na semana passada, o pontapé de saída para a realização de mais uma revisão do zonamento para efeitos de determinação do Valor Patrimonial Tributário (VPT) dos imóveis.