Portugal pode ser o maior produtor mundial de medronho

Os avanços da investigação científica do medronho podem projectar Portugal como o maior produtor mundial deste fruto silvestre nos próximos anos. Depois da destruição causada pelos grandes incêndios de 2017, a valorização do fruto e o incremento da plantação de medronheiros representam “uma parte da solução” para os territórios do Interior. O medronheiro é uma espécie autóctone da Península Ibérica e da bacia do Mediterrâneo, “muito resistente ao fogo” e com grande capacidade de regeneração, realçou o investigador da Universidade de Aveiro, dono de medronhais que totalizam 20 hectares, nas margens do rio Alva, no município de Penacova.

Bruxelas considera que situação social em Portugal está “melhor”

A situação social em Portugal está melhor, com o país a deixar de integrar o grupo dos Estados-membros em “situação crítica”. Assim, Portugal já não pertence ao grupo de 13 países que vivem “situações críticas” a nível social, isto é, cujos indicadores são “muito piores do que a média, não melhoraram suficientemente rápido ou estão a deteriorar-se”. O relatório, que avalia o desempenho dos Estados-Membros em função de 14 indicadores principais, destaca que Portugal está entre os melhores na integração de crianças com menos de três anos em estruturas de acolhimento formais, e entre “os melhores do que média” ao nível da taxa de emprego (% da população 20-64 anos), da taxa de desemprego (% da população 15-74 anos), taxa de desemprego de longa duração e disparidades entre homens e mulheres no emprego.

Portugal é o pior pagador às empresas na União Europeia

As entidades públicas portuguesas demoram, em média, 46 dias a pagar às empresas. Portugal é o pior pagador entre os 28 Estados-membros da União Europeia, onde a média para liquidar as contas é de 9,27 dias. Bruxelas lamenta que a tendência positiva dos últimos anos nesta matéria tenha sido invertida. Em 2015, o prazo médio de pagamentos do Estado era de 39 dias, em 2016 havia baixado para 17 dias no ano passado.

OCDE prevê desaparecimento do défice orçamental em 2020

Para 2018, a organização mantém a previsão de Maio, estimando um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,2%, abaixo dos 2,3% estimados pelo executivo. Já para 2019, a OCDE reviu em baixa a previsão de 2,2% para 2,1%, enquanto o Governo estima que a economia avance 2,2% no próximo ano. Por outro lado, para 2020, a organização está mais optimista do que o Governo ao prever que o PIB português cresça 1,9% (contra 1,7% estimados pelo executivo). A procura interna e as exportações contribuirão para o avanço da economia, em particular o crescimento do consumo que “permanecerá sólido” ao mesmo tempo que a taxa de desemprego desce, explica a OCDE, acrescentando que a subida dos custos de mão-de-obra levará a um aumento da inflação.

Filiais estrangeiras já pagam mais 408 euros aos trabalhadores

As filiais estrangeiras com actividade em Portugal pagam mais 408 euros aos trabalhadores do que as empresas nacionais. A produtividade dos funcionários destas empresas não residentes também é superior em 18,1 mil euros face à que é apresentada pelos quadros das companhias portuguesas. Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), no ano passado os trabalhadores de filiais estrangeiras em Portugal ganhavam, em média, 1351 euros mensais, o “valor mais elevado” desde 2010. São mais 408 euros face aos 943 euros pagos, em média, aos funcionários nas empresas portuguesas.

EasyJet faturou 521 milhões de euros até Setembro

A easyJet obteve um lucro líquido de 466 milhões de libras (521 milhões de euros) até Setembro, mais 43,3% relativamente ao mesmo período de 2017. A companhia aérea precisou que o lucro antes dos impostos foi de 578 milhões de libras (647 milhões de euros), uma subida de 41,6% em relação ao ano anterior, e a aquisição de bilhetes chegou aos 5.898 milhões de libras (6.605 milhões de euros). A easyJet transportou 88,5 milhões de passageiros até Setembro deste ano, mais 10,2% que em 2017 e um número recorde. No que diz respeito à carga, até Setembro situou-se nos 92,9% face aos 92,6% do ano passado.