Ryanair é a pior companhia aérea pelo sexto ano consecutivo

É a pior. E pelo sexto ano consecutivo. A Ryanair, que mais pessoas transporta em toda a Europa, foi classificada como a pior companhia aérea, num total de 19 transportadoras que operam voos a partir do Reino Unido. É esse o resultado de um estudo de opinião realizado junto de 7901 passageiros pela revista de direitos do consumidor britânica Which? 70% dos inquiridos respondeu Ryanair quando questionados sobre a companhia em que não viajariam mais. Da lista de 19 companhias aéreas, as mais bem classificadas pelos passageiros que participaram no inquérito são a Aurigny Air Service, a Swiss Airlines, a Jet2, a Norwegian e a KLM. Em 11.º lugar surge a low cost EasyJet e em 15.º a britânica British Airways.

Comissões pagas às plataformas também abatem ao IRS

O entendimento da AT é de que, como a “obtenção do rendimento a tributar depende da utilização da plataforma Booking”, a comissão que é paga a esta empresa “preenche os requisitos para ser considerada como despesa indissociável à obtenção do rendimento” sendo, por isso, dedutível. Os contribuintes que exploram alojamento local e que, no momento da entrega do IRS, optam pelas regras de tributação da Categoria F (rendas), podem deduzir a este rendimento as comissões pagas às plataformas de reserva. Até 2017, os rendimentos do alojamento local eram tributados segundo as regras da Categoria B, sendo considerados em 15%, já que a restante parcela era assumida como despesa. Neste momento existem em Portugal 80 387 registos de alojamento local.

Vinci Airports, dona da ANA, investe 3.200 milhões de euros para garantir controlo do aeroporto de Gatwick

A Vinci Airports fechou um acordo para se tornar accionista maioritária do aeroporto londrino de Gatwick por 2.900 milhões de libras (3.220 milhões de euros), refere a empresa, que detém a ANA – Aeroportos de Portugal, em comunicado. A companhia vai adquirir 50,01% das acções do aeroporto inglês e espera concluir o negócio ao longo do primeiro semestre de 2019. Os restantes 49,99% serão administrados pela Global Infrastructure Partners, Gatwick é o segundo aeroporto da capital britânica e acolhe mais de 46 milhões de passageiros anualmente. Como novo parceiro industrial, a Vinci Airports apoiará e aumentará a eficiência operacional e o crescimento do tráfego, ao mesmo tempo que disponibilizará a sua experiência no desenvolvimento de actividades comerciais para melhorar ainda mais a satisfação e a experiência dos passageiros.

Taxa turística aumenta de um para dois euros em Lisboa

A Assembleia Municipal de Lisboa (AML) aprovou a duplicação da Taxa Turística na capital, de um para dois euros por noite, no âmbito das alterações ao Regulamento Geral de Taxas, Preços e Outras Receitas do município. O documento mereceu os votos favoráveis do PS, PAN, BE e de nove deputados independentes, a abstenção de PPM, MPT, CDS-PP e PSD, e os votos contra do PCP e do PEV. Em meados de Outubro, o BE – que tem um acordo de governação do concelho com o PS – adiantou à agência Lusa que esta taxa iria ser duplicada, a partir de 01 de Janeiro de 2019, para reforçar a limpeza urbana e os transportes nas zonas com maior pressão do turismo.

Alojamento local é quase do tamanho do sector hoteleiro

Alojamento local tinha 161 mil camas, aproximando-se do hoteleiro, com 211 mil camas disponíveis, mostra o Banco de Portugal, num estudo sobre o tema. O número total de camas disponibilizadas pelas empresas de alojamento local (AL) em Portugal já equivale a mais de 76% da capacidade instalada no sector hoteleiro, indicam dados oficiais citados num estudo do Banco de Portugal (BdP) incluído no boletim económico do Inverno.

Turismo terá representado 7,5% do valor acrescentado bruto nacional em 2017

O valor acrescentado bruto (VAB) gerado pelo turismo terá crescido 13,6% em 2017 (+6,6% em 2016) e representado 7,5% do total nacional. Na sua primeira estimativa para 2017 da Conta Satélite de Turismo (CST), o INE indicou que o VAB gerado pelo turismo aumentou mais que o VAB da economia nacional (4%). Já em 2016, notou o INE, as actividades que mais contribuíram para o VAB gerado pelo turismo foram os hotéis e similares (32,3%), os restaurantes e similares (22,7%) e as actividades não específicas (15,3%). A procura turística alcançou uma escala equivalente a 13,7% do PIB em 2017, tendo aumentado 14,5% face ao ano anterior.