A fiscalização levanta a ponta do véu sobre o uso de mão-de-obra estrangeira ilegal. Os imigrantes queixam-se de que trabalham muito mais e recebem muito menos do que os portugueses. Não o denunciam por medo de represálias e de expulsão do país. Os sectores que mais recorrem a mão-de-obra ilegal são a agricultura, a hotelaria e a restauração. Em 2018, as acções de fiscalização que envolveram o SEF descobriram 434 empresas com imigrantes ilegais e, até o fim de Julho deste ano, mais 339. Quando assim acontece, as entidades patronais são obrigadas a demonstrar que esses trabalhadores estão em vias de legalização.
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