A AHETA irá prosseguir o ciclo de conferências, com mais um evento. No próximo dia 6 de maio, às 16.30 horas terá lugar no Vila Vita Parc Algarve, em Alporchinhos, Lagoa, uma conferência subordinada ao tema “Portugal e o futuro: Como introduzir o futuro no presente”, proferida pelo Prof Dr. Miguel Poiares Maduro.
Miguel Poiares Maduro é Licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e Doutorado com Distinção no Instituto Universitário Europeu, é um especialista em Direito Constitucional e em Direito da União Europeia.
Poiares Maduro foi advogado-geral no Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias, Professor de Direito e Diretor do Global Governance Programme no Instituto Universitário Europeu de Florença até à sua nomeação como Ministro e integrou recentemente um grupo de alto nível europeu para a Liberdade e pluralismo na Comunicação Social, onde foi o único português a integrar a equipa, e cujo Relatório, denominado Uma Comunicação Social Livre e Pluralista para Sustentar a Democracia Europeia foi divulgado em Janeiro de 2013, documento que apresentava um conjunto de recomendações para o setor da Comunicação Social.
A anteceder a conferência serão assinados protocolos de colaboração entre a AHETA e empresas ligadas ao setor do turismo.
A participação nesta conferência é gratuita, mas sujeita a confirmação junto do email aheta@aheta.pt .
Aproveitamos a oportunidade para solicitar a divulgação do evento, convidando V. Exª a assistir ao mesmo.
Com a assinatura dos respetivos contratos, iniciaram a sua atividade, integradas no edifício sede da AHETA, mais duas empresas. A CD Viagens uma agência de viagens que opera no online e também no atendimento direto ao público e a Simple2work, uma empresa de consultadoria, formação e auditoria na área de qualidade, ambiente, segurança e segurança alimentar. Estas empresas beneficiam do sistema de co-working, utilizando todas as facilidades disponíveis no edifício. O edifício sede da AHETA ainda tem três gabinetes disponíveis, para a instalação de empresas, os quais poderão ser utilizados a partir de setembro do corrente ano.
Hélder Martins e Silvia Loução (CD Viagens)Hélder Martins e Silvia Loução (CD Viagens)Hélder Martins e Silvia Loução (CD Viagens)Hélder Martins e Filipa Ramos (Simple2Work)Hélder Martins e Filipa Ramos (Simple2Work)
Através da comunicação social, tivemos conhecimento da composição do novo governo que irá governar o país nos próximos quatros anos e meio.
Numa primeira análise, em relação aos futuros ministros registámos a saída do competente ministro Siza Vieira, profundo conhecedor das empresas e do turismo, e que desenvolveu um bom trabalho no governo anterior.
Não encontrámos ainda, entre os ministros apresentados, ninguém com profunda sensibilidade para um sector da economia que tanto contribui para o PIB nacional, gerando postos de trabalho, receitas, internacionalização do país e sendo tão importante para o reforço da imagem do país.
Por outro lado, registámos negativamente, entre a orgânica dos secretários de Estado a perda enorme da importância do turismo, ao passar a ter uma secretaria de estado partilhada com o comercio e serviços.
Ao conhecermos os nomes apontados para as diferentes secretarias de estado constatámos a continuidade da Engª Rita Marques na nova secretaria de estado, com quem tivemos o prazer de trabalhar nos últimos tempos, pelo que essa é a nossa única réstia de esperança que o setor possa ter uma interlocutora disponível, para continuarmos a trabalhar em prol da recuperação de um setor que tão afetado foi, no período de pandemia e que necessita de todas as forças focadas na ultrapassagem de barreiras, que possam provocar constrangimentos às empresas na nossa luta diária, em busca do sucesso. Perante a nova orgânica desta secretaria de estado é importante o reforço do posicionamento da Engª Rita Marques, dentro do governo.
Ainda gostaríamos de realçar a expectativa do desempenho do novo ministro, em relação à área do turismo, a exemplo do sucedido com o anterior titular da pasta.
De notar também, a não existência de nenhum nome do Algarve, em qualquer dos cargos de ministros e secretários de estado, o que revela uma clara perda de influência da nossa região, pese embora o bom desempenho de anteriores membros do governo, oriundos da nossa região.
Tal como em muitas outras áreas, poderemos dizer que este é um governo de metade do país! A direção da AHETA
Ontem, o turismo algarvio e nacional ficaram mais pobres. Partiu mais um de nós! Fernando Barata foi o sinónimo de empreendedorismo quando essa palavra ainda não fazia parte do vocabulário geral. Chegado ao Algarve quando o turismo começava a dar sinais de vir a ser uma atividade económica importante, iniciou a atividade como rececionista, no Hotel Sol e Mar em Albufeira. Ficou célebre a sua frase, quando deixou este emprego “Este hotel ainda vai ser meu”! Fernando Barata começou pela base do turismo e foi empresário com unidades hoteleiras em várias regiões do país, maioritariamente no Algarve O seu dinamismo e a sua vontade inabalável de ultrapassar barreiras, levou-o até uma posição cimeira no turismo, com diversas unidades hoteleiras no seu grupo, gerando milhares de empregos. Inovador na gestão deixa uma marca indelével na nossa região. Felizmente a sua família continua na gestão de várias unidades com excelente desempenho, algo que na reta final da sua vida, decerto terá consolado o Senhor Fernando Barata. Porque embora não tivesse sigo “galardoado” com esse título, Fernando Barata também foi o “Senhor Turismo”. A AHETA – Associação de Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve, da qual o Grupo Barata é associado, não podia deixar de lamentar profundamente esta perda e associar-se aos seus familiares e amigos, nesta hora de dor. Que o seu exemplo nunca seja esquecido, a bem do Turismo!
Os vales emitidos pelas agências, por viagens canceladas até final de Setembro de 2020, atingiram os 100 milhões de euros e estão praticamente resolvidos, com os litígios a não serem materialmente relevantes. A maioria dos vales estará viajada ou reembolsada ou mesmo acordado o seu pagamento para mais tarde. De acordo com o diploma que estabelece estas medidas, publicado em Diário da República, e citado pelo Turismo de Portugal, ‘o cancelamento, em consequência da pandemia de covid-19, de viagens organizadas por agências de viagens e turismo cuja data de realização deveria ter ocorrido entre 13 de Março de 2020 e 30 de Setembro de 2020 gerou a emissão de vales a utilizar pelos viajantes até 31 de Dezembro de 2021. Caso não seja utilizado até 31 de dezembro de 2021, o hóspede tem direito ao reembolso, a efetuar no prazo de 14 dias’, lê-se no texto do decreto-lei.
A Deco Proteste denuncia que identificou casos de falta de equidade dos preços na factura da água entre municípios, alertando para diferenças que ascendem a 400 euros por ano. A organização de defesa do consumidor alerta para a discrepância entre os valores das facturas recebidas pelos habitantes de duas localidades no norte do país: Trofa, no distrito do Porto, e Vila Nova de Foz Côa, no da Guarda. O intervalo entre os valores praticados quanto ao saneamento (tratamento das águas residuais) na Covilhã (185,30) e Vila de Rei (12,24) para 120 m3 chega aos 173 euros, sendo que a alguns municípios ainda não é cobrada a tarifa de saneamento.
O resultado para este indicador em Dezembro foi de 2,7%, sendo que ambos os valores contaram com uma contribuição decisiva dos produtos energéticos, que verificaram uma aceleração de 7,3% no ano passado. A taxa de inflação anual em 2021 foi de 1,3%, sendo que a variação homóloga deste indicador em dezembro foi de 2,7%, segundo os dados do INE revelados esta quarta-feira. Em 2020, a variação de preços na economia portuguesa havia sido nula. O principal motor da evolução de preços em 2021 foi a energia, que registou uma aceleração de 7,3% nos preços durante o período em análise. Em dezembro, esta categoria de produtos registou uma variação homóloga de 11,2%. Já os produtos alimentares não transformados aceleraram 0,6% na totalidade do ano, com dezembro a verificar uma variação homóloga de 3,2%.
A covid-19 e as suas consequências económicas e sociais continuam a representar uma ameaça crítica para o mundo. A desigualdade no acesso a vacinas e a consequente recuperação económica desigual correm o risco de agravar fracturas sociais e tensões geopolíticas”. Esta é uma das conclusões do relatório “Global Risks Report 2022”, realizado pela Marsh e pela Zurich para o Fórum Económico Mundial. O documento chama a atenção para o facto de nos 52 países mais pobres – onde vivem 20% da população mundial – apenas 6% da população tinha sido vacinada no momento em que o relatório estava a ser preparado.
O relatório do Fórum Económico Mundial diz que os desafios económicos decorrentes da pandemia persistem. “As perspetivas continuam débeis: no momento em que este relatório foi preparado esperava-se que a economia global fosse 2,3% menor em 2024 do que seria sem a pandemia. O aumento dos preços das ‘commodities’, a inflação e a dívida são riscos emergentes.. Além disso, com outro aumento dos casos covid no final de 2021, “a pandemia continua a sufocar a capacidade dos países facilitarem uma recuperação sustentada”.