1 Jun 2020 | Covid-19, Destaques
O aumento da dívida é de 28% face ao que existia no início do ano. A indústria saúda as ajudas estatais, mas está aflita com os custos do seu financiamento, especialmente numa altura em que os aviões vão andar mais vazios. A dívida global do sector aéreo pode subir para 550 mil milhões de dólares (501 mil milhões e euros) até o final do ano. Isso representa um aumento de 120 mil milhões de dólares (110 mil milhões de euros) em relação aos níveis de dívida no início de 2020, ou seja, um aumento de 28%.
31 Mai 2020 | Covid-19, Destaques
Trata-se de um agravamento de 341 milhões de euros face ao período homólogo por via do menor crescimento da receita (5%) face ao da despesa (6,1%). Assistiu-se a uma quebra de receita (-320 milhões de euros) com a prorrogação dos prazos de entrega das retenções na fonte de IRS, IVA e IRC (ainda sem quantificação da prorrogação das contribuições para a Segurança Social e suspensão das execuções fiscais). Já do lado da despesa, assistiu-se a um aumento de 345 milhões de euros, “principalmente associado às medidas de lay-off (144 milhões de euros), aquisição de equipamentos na saúde (128 milhões de euros) e outros apoios suportados pela Segurança Social (54 milhões de euros).
31 Mai 2020 | Covid-19, Destaques, Turismo
A Ryanair recomeça a 1 de Julho a voar para os aeroportos de Lisboa, Porto, Faro, Ponta Delgada e Lajes, pretendendo retomar “aproximadamente 90%” das rotas previstas para o Verão em Portugal antes do início da crise sanitária. A companhia de baixo custo irlandesa adiantou ainda ter planos para “operar 40% da sua programação de voos” global em Julho, “uma vez que Espanha anunciou este fim de semana que eliminaria as restrições de viagem e de visitantes a partir de 1 de Julho, à semelhança de Itália, Chipre, Grécia e Portugal, que preparam a reabertura dos seus hotéis e praias para a principal época de férias nos meses de Julho e Agosto”.
30 Mai 2020 | Covid-19, Destaques
Governo está a desenhar um novo instrumento de apoio às empresas, sinalizando que o ‘lay-off’ simplificado poderá evoluir para um modelo adaptado à actual fase da retoma da actividade. Estamos neste momento a desenhar esse instrumento” na lógica de “termos uma medida que se adapte a uma diferente realidade que estamos a viver e tudo será feito em amplo diálogo e ouvindo os contributos dos parceiros. A crise obrigou a que a Segurança Social tivesse pago num mês apoios extraordinários a 1.233 mil pessoas e a um universo de 130 mil empresas, no valor de 446 milhões de euros.
29 Mai 2020 | Covid-19, Destaques, Turismo
O Reino Unido vai impor uma quarentena de 14 dias às pessoas que cheguem do estrangeiro para tentar travar a transmissão da covid-19. A medida visa “proteger a saúde das pessoas e manter o nível do R [taxa de transmissão] baixo e o mais perto de zero. A medida não vai ser aplicada à Irlanda devido aos compromissos de livre circulação na fronteira com a Irlanda do Norte previstos nos acordos de paz para aquele território britânico.
29 Mai 2020 | Destaques, Turismo
O Algarve continua a ser a região do país com mais praias com bandeira azul. 360 praias – 322 costeiras e 38 fluviais – foram galardoadas com bandeira azul, este ano. Com o início da época balnear em 6 de Junho. O Algarve continua a ser a região no país com maior número de bandeiras azuis (87), seguindo-se o Norte (76), Tejo (57), Centro (46), Alentejo (36), Açores (42) e Madeira (16). Quando há Bandeira Azul, e enquanto estiver hasteada, é seguro frequentar.
28 Mai 2020 | Covid-19, Destaques
322,4 mil milhões de euros são referentes ao sector público e 402,6 mil milhões de euros ao sector privado. O endividamento das empresas, famílias e Estado aumentou 1,3 mil milhões de euros entre Fevereiro e Março, para os 725,0 mil milhões de euros, segundo dados divulgados esta quinta-feira pelo Banco de Portugal (BdP). Este aumento deveu-se ao acréscimo de 1,7 mil milhões de euros do endividamento do sector privado, compensado em parte pela redução do endividamento do sector público em 0,4 mil milhões de euros [400 milhões de euros]”, justifica o BdP.
28 Mai 2020 | Covid-19, Destaques
Há um mês e meio que os serviços da Segurança Social não dão quaisquer informações aos empresários. Quase dois meses depois de ter entrado em vigor o layoff simplificado, e com o primeiro-ministro a reafirmar no Parlamento que está tudo pago, existem 6000 empresas que pediram ajuda e que ainda não receberam qualquer apoio. Pior, os serviços da Segurança Social não dão qualquer informação aos empresários sobre o estado dos seus pedidos de ajuda há um mês e meio.
27 Mai 2020 | Covid-19, Destaques
Segundo um estudo realizado pela JLL em Portugal, 95% dos portugueses quer continuar a trabalhar a partir de casa pelo menos um dia por semana. Dois a três dias é considerada a dose ideal, sendo uma opção indicada por 57% dos inquiridos. Apesar de até aqui o teletrabalho não ser habitual na vida da maioria dos profissionais (66% não trabalhava remotamente), e, não obstante a sua repentina implementação devido à pandemia de covid-19, este regime está a ser muito bem aceite pelos portugueses e há uma clara vontade de o manter no futuro. A capacidade tecnológica e digital das empresas, disponibilizando ferramentas eficazes de trabalho remoto e colaboração em equipa foram determinantes, com 86% dos inquiridos a considerar que as suas empresas se adaptaram totalmente ao teletrabalho.
27 Mai 2020 | Covid-19, Destaques
Os dados revelados pelo IEFP indicam que a região do Algarve foi a que sentiu o maior agravamento do desemprego. Os Açores tiveram um comportamento contrário com diminuição do número de desempregados inscritos. “A nível regional, no mês de Abril de 2019, o desemprego registado aumentou na generalidade das regiões, com excepção da Região Autónoma dos Açores. Dos aumentos homólogos o mais pronunciado deu-se na região do Algarve (+123,9%). No oposto encontra-se a região dos Açores com -6,2%”, refere o IEFP. As subidas percentuais mais acentuadas, por ordem decrescente, verificaram-se nas actividades de: “alojamento, restauração e similares” (+60,6%), “actividades imobiliárias, administrativas e dos serviços de apoio” (+41,2%) e “transportes e armazenagem” (+37,4%)”, refere o IEFP.