15 Dez 2019 | Destaques, Fiscalidade
Empresas consideram que o peso global dos impostos directos (89% de avaliações negativas), indirectos (89%), e de outras taxas e encargos (88%) é “excessivo”. 26% das 100 empresas inquiridas, classifica como “muito negativa” a carga fiscal em Portugal e 61% como “muito negativa”. Em termos globais, no ano passado fixou-se em 97%. As empresas consideram ainda que o acesso e a celeridade do sistema de justiça fiscal têm uma avaliação negativa ou muito negativa no total. “Um sistema fiscal complexo e uma postura menos cooperante dos serviços fiscais resultam em situações de litígio com a Autoridade Tributária e Aduaneira”.
15 Dez 2019 | Destaques, Fiscalidade
Estudo da EY revela que 95% das empresas quer descida do IVA aplicado à electricidade e 93% ao gás natural. Apesar do valor do IVA incluído na factura da electricidade poder ser recuperado pela maior parte das empresas, o tempo necessário para essa recuperação traduz-se num aumento das necessidades de fundo de maneio, limitando os recursos disponíveis para aplicar noutras áreas do negócio”. A descida do IVA da energia tem sido um dos temas quentes das negociações para o Orçamento do Estado para 2020 (OE2020), com a possibilidade de uma coligação negativa entre o PCP, Bloco de Esquerda e PSD poderem a viabilizar uma descida da electricidade de 23% para 6%. No entanto, o Governo quer avançar com uma alteração na factura da electricidade, que permita que o IVA varie em função do consumo.
14 Dez 2019 | Destaques
A cada hora que passa, os particulares pedem dois milhões de euros emprestados. Crédito à habitação está em máximos da década. No crédito ao consumo, o recorde é de 15 anos. O ano de 2019 está a bater recordes no crédito. As famílias pediram emprestado para habitação e para consumo e outros fins um total de 14 680 milhões de euros entre Janeiro e Outubro, ou seja, dois milhões de euros por hora. São mais 1197 milhões de euros do que o montante concedido no mesmo período de 2018 e um recorde da década. Só em Outubro, os bancos emprestaram às famílias quase mil milhões de euros em novos créditos à habitação. O valor eleva para 8522 milhões o montante concedido para compra de casa desde o início do ano. É o valor mais alto desde 2010.
14 Dez 2019 | Destaques
OCDE diz que a taxa de desemprego se manteve nos 5,2% em Outubro. Neste momento, existem 33,2 milhões de desempregados no conjunto dos países avaliados pela entidade. Na zona euro, a taxa de desemprego caiu para 7,5% em Outubro, menos uma décima em comparação com Setembro. As descidas mais significativas aconteceram em Itália e Lituânia, onde a taxa de desemprego desceu 0,2%, para 9,7% e 6,4%, respectivamente. O panorama pelo mundo também sofreu poucas alterações, com as quedas a situarem-se em 0,1% na Austrália (para 5,3%), Coreia do Sul (para 3,5%) e Estados Unidos (para 3,6%). Os dados do desemprego permaneceram inalterados no Canadá (5,5%), Japão (2,4%) e México (3,6%).
13 Dez 2019 | Destaques
Em Novembro, o investimento total proveniente de Autorizações de Residência para Actividade de Investimento (ARI) ascendeu a 37.005.223,26 euros, o que corresponde a uma diminuição de 51,9% face a igual mês de 2018 (77,1 milhões de euros). Em Novembro foram atribuídos 64 vistos “dourados”, dos quais 61 por via da compra de imóveis e três por transferência de capitais. Nos primeiros 11 meses do ano, o investimento ascendeu a 698 milhões de euros, menos 6% do que em igual período de 2018. Em mais de sete anos – o programa ARI foi lançado em Outubro de 2012 -, o investimento acumulado até Novembro totalizou 4.948.268.912,70 euros, com a aquisição de imóveis a somar 4.467.510.789,8 euros. Já os vistos concedidos por via da transferência de capitais totalizaram 480.758.122,9 euros.
13 Dez 2019 | Destaques
No crédito ao consumo, a tendência é de subida. Os bancos emprestaram 526 milhões de euros às famílias só em Outubro, segundo dados divulgados pelo Banco de Portugal. Nos primeiros dez meses de 2019, foram concedidos 4278 milhões, o valor mais alto registado nos últimos 15 anos e o segundo mais elevado de sempre, desde que existem dados disponíveis. Os novos empréstimos concedidos a particulares para outros fins recuaram para 226 milhões de euros, menos 20,4%.