12 Nov 2019 | Destaques
As
exportações de bens aumentaram 5,8% e as importações subiram 13,2% em Setembro
face ao mesmo mês de 2018, recuperando da quebra de 4,5% registada em ambos os
fluxos em Agosto. Segundo as Estatísticas do Comércio Internacional do
Instituto Nacional de Estatística (INE), “destacam-se os acréscimos nas
exportações e importações de ‘material de transporte’ (+19,8% e +30,1%, respectivamente)
e nas importações de ‘combustíveis e lubrificantes’ (+40,4%)”. Excluindo
os “combustíveis e lubrificantes”, em Setembro as exportações
aumentaram 7,2% e as importações cresceram 10,3% (-0,1% e +4,0%, respectivamente,
em Agosto de 2019).
12 Nov 2019 | Destaques
Profissionais
ligados ao sector energético recebem em média 2652 euros brutos mensais. Os
seguros e a Banca são dos sectores que melhor pagam aos seus trabalhadores. Os
salários brutos dos trabalhadores portugueses, entre os que estão ao serviço do
Estado e os do sector privado, subiram em média 35 euros até Setembro, face ao
igual período do ano passado. Um crescimento de 3%, segundo o Instituto
Nacional de Estatística (INE). Em termos práticos os trabalhadores portugueses
passaram a levar para casa em média, 1220 euros, contra os 1185 euros que recebiam
em 2018.
11 Nov 2019 | Destaques
O
indicador da IHS Markit para o andamento da economia da Zona Euro antecipa que
haja uma contracção no quarto trimestre. O PMI compósito – que mede a actividade
da indústria e dos serviços – fixou-se em 50,6 pontos em Outubro, ligeiramente
acima dos 50,1 pontos fixados em Setembro. Apesar da melhoria, este número
continua a ser um dos mais baixos em mais de seis anos e a economia da Zona
Euro mantém-se “perto da estagnação” há dois meses. A linha dos 50
pontos diferencia o crescimento (acima de 50) da contracção (abaixo de 50) da
economia. Neste momento, o crescimento dos serviços ainda é demasiado fraco
para conseguir compensar a forte desaceleração na indústria e a queda geral da actividade
económica na Alemanha.
11 Nov 2019 | Destaques
Governo
pretende atingir uma meta de 118,6% este ano. A dívida pública portuguesa subiu
para os 252,3 milhões de euros no mês de Setembro face ao mês de Agosto. Regulador
informa que “para este aumento contribuiu essencialmente o aumento das
responsabilidades em depósitos, parcialmente compensado pela diminuição dos
títulos de dívida e dos empréstimos”. Já no que diz respeito aos activos em
depósitos das administrações públicas, estes registaram um aumento de mil
milhões de euros, factor pelo qual a dívida pública líquida de depósitos
registou em Setembro uma diminuição de 0,7 mil milhões de euros em relação ao
mês anterior, totalizando os 232,4 mil milhões de euros.S
10 Nov 2019 | Destaques
Recuperação
do salário médio líquido nacional fraqueja e sobe apenas 2%, ritmo mais baixo
em 2 anos e meio. Emprego perde gás desde o início de 2018. O Algarve, onde
trabalham 220 mil pessoas, também já começou a ressentir-se da compressão
salarial. O mercado de trabalho português está a enviar sinais contraditórios.
A taxa de desemprego total caiu para 6,1% da população activa no terceiro
trimestre deste ano, o valor mais baixo em 16 anos e a taxa de desemprego jovem
também aliviou ligeiramente para 17,9%. Mas a que preço isto acontece? Há já
regiões do país, como o centro e o Algarve, que sofrem reduções ao nível dos respectivos
salários médios nestes três meses, que costumam ser marcados pelo ressurgimento
dos empregos de Verão e ligados a um maior fluxo do turismo (Julho a Setembro).
10 Nov 2019 | Destaques
Os
dados desagregados indicam que a região norte (com 1,7 milhões de
trabalhadores) teve o maior reforço do salário médio (mais 3,3%, para 854 euros
líquidos neste terceiro trimestre), logo seguida da Grande Lisboa, onde o
ordenado médio obteve um ganho de 3,1% (até 1064 euros mensais). A área
metropolitana da capital tem, actualmente, 1,3 milhões de trabalhadores. A subida
homóloga do emprego foi essencialmente explicada pelo aumento de 3,1% no número
de contratos sem termo, que agora abrangem quase 3,3 milhões de pessoas. O INE
alerta que mais de metade dos desempregados (52,4%) estão há procura de trabalho
há um ano ou mais. Há agora 169,3 mil desempregados “de longa
duração”.