Taxa de desemprego cai para 6,1% no terceiro trimestre do ano

A taxa de desemprego no terceiro trimestre do ano recuou para 6,1%, menos 0,2 pontos percentuais do que no trimestre anterior e menos 0,6 pontos percentuais em termos homólogos, divulgou hoje o INE. De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), trata-se do valor mais baixo da série iniciada em 2011.

Reciclagem em Portugal diminuiu 16,3%

Portugal reciclou 34,9% das embalagens de plástico que consumiu em 2017, menos do que no ano anterior. A queda é a terceira maior da União Europeia, que também viu a reciclagem de plástico diminuir. A reciclagem de embalagens de plástico diminuiu 16,3% em 2017, o que coloca Portugal entre os países da União Europeia (UE) que mais viram a taxa cair face ao ano anterior.

Segurança Social e Fisco levam 37% da riqueza em Portugal

Peso dos impostos e contribuições no Produto Interno Bruto português agravou-se em 0,7 pontos num ano. Tributação em Portugal está abaixo da média da Zona Euro, mas em 2018 a subida registada foi das mais expressivas. Os portugueses pagaram mais impostos e mais contribuições em 2018, face ao ano anterior, segundo dados divulgados pelo Eurostat, o instituto de estatísticas Europeu. Em causa está um agravamento de 0,7 pontos percentuais na carga fiscal, já que em 2017 o peso dos descontos para o Fisco e para a Segurança Social atingiu 36,5% da riqueza produzida no País, enquanto no ano passado subiu para os 37,2%.

Ryanair mantém lucros de 1150 milhões de euros no primeiro semestre

A companhia aérea irlandesa de voos “low cost” Ryanair informou que obteve lucros líquidos de 1.150 milhões de euros no primeiro semestre fiscal (Abril a Setembro), o mesmo valor do mesmo período de 2018. A companhia atribuiu estes resultados a uma queda de 5% do preço da tarifa aérea média, provocada, em parte, pela queda da procura no mercado britânico e ao excesso de oferta na Alemanha e na Áustria. Mesmo assim, a Ryanair indicou que os gastos em combustível aumentaram 22% nos seis meses até Setembro último, para 1.590 milhões de euros, enquanto os gastos com pessoal, que inclui as subidas salariais dos pilotos, subiram 2% por trabalhador. Neste contexto, a Ryanair facturou 5.390 milhões de euros no primeiro semestre, mais 11%, e transportou um total de 86 milhões de passageiros, mais 11% que no período anterior.

Insolvências

Apesar do número total de falências estar a cair desde a crise financeira, há sinais de alerta em várias indústrias. As insolvências nos têxteis e na metalurgia somam, nos primeiros nove meses do ano, mais do que no total de 2018. O arrefecimento da economia europeia, a preferência da Inditex por fornecedores marroquinos ou turcos e a concorrência da China, mereceu um alerta do Fórum para a Competitividade que, nas suas perspectivas para o terceiro trimestre de 2019, destacou os “riscos elevados” nos sectores têxtil e calçado. Não só as insolvências estão a crescer, como as exportações estão a cair, respectivamente, 1,1% e 7,5%.

Sectores-chave como turismo e construção têm falta de 140 mil trabalhadores

As empresas portuguesas querem crescer mas continuam a debater-se com a falta de mão de obra em sectores-chave da economia. Só na construção e imobiliário estão em falta 70 mil operários, número que sobe para os 140 mil se lhe juntarmos as actividades de alojamento e restauração, a metalurgia e metalomecânica e a indústria têxtil e do vestuário. Apenas o calçado assume não ter grandes necessidades imediatas, a não ser “pontuais” e em “zonas de forte concentração” do sector.