Brexit. Empresas portuguesas são as mais pessimistas

Um inquérito realizado pela empresa de investimento Clearwater Internacional mostra que, apesar da incerteza em torno do Brexit, quase metade das empresas acreditam que a saída do Reino Unido da União Europeia será, a longo prazo, positiva para os seus negócios. O estudo foi realizado em mais de 2100 empresas nos seguintes países: Reino Unido (500); Irlanda (200); França (250); Alemanha (250); Itália (250); Espanha (250); Portugal (200); Dinamarca (200). O estudo, citado pelo site ECO, mostra que, embora a curto prazo exista algum receio no impacto do Brexti, 46,5% das empresas estão optimistas quanto ao sucesso da sua actividade após esta divisão na UE. Os portugueses são os mais pessimistas a longo prazo, com 37% das empresas nacionais a dizerem que o Brexit terá um efeito “negativo” ou “muito negativo”.

Trabalho por conta própria e em pequenas empresas representa 70% do emprego mundial

Sete em cada dez trabalhadores no mundo trabalham por conta própria ou estão empregados em micro ou pequenas empresas, revela um estudo da Organização Mundial do Trabalho (OIT). Pequenas unidades económicas representam “mais de 70% do total do emprego, fazendo, de longe, com que sejam os motores mais importantes do emprego”. Nos países de elevados rendimentos, 58% do total do emprego é da responsabilidade das pequenas unidades económicas, enquanto que nos países de baixos e médios rendimentos a proporção é consideravelmente maior, diz a OIT. Já nos países com menores níveis de rendimento, a proporção de emprego nas pequenas unidades económicas “é de quase 100%”.

Europa: 10% trabalham por conta própria

Na Europa e na Ásia Central, onde estão os países de elevados rendimentos, a percentagem de trabalhadores por conta própria é de 10% e o peso dos trabalhadores em microempresas (até nove trabalhadores) é de 21,4%. O sector com maior peso neste segmento é o dos serviços (68,5%). Por outro lado, no sul da Ásia, as percentagens são de quase 70% no caso dos trabalhadores por conta própria e de 20% nas microempresas, estando concentrados nos serviços e na agricultura.

Subida do salário mínimo foi acompanhada pela criação de 400 mil empregos

O aumento do salário mínimo entre 2014 e 2018 foi acompanhado pela criação de cerca de 400 mil empregos, levando à descida da taxa de desemprego de 13,9% para 7%. A definição do salário mínimo foi o mais emblemático recurso utilizado pelo Governo português para intervir nas relações laborais nos anos de recuperação económica. Depois de um congelamento do seu valor nominal entre Janeiro de 2011 e Setembro de 2014, o salário mínimo experimentou um crescimento acentuado. O seu valor ascendeu de 485 euros, antes de Setembro de 2014, para 600 euros, a partir de Janeiro de 2019.informação e comunicação e as actividades financeiras e de seguros a registarem percentagens abaixo de 10%.

Quem compra os hotéis portugueses? Sete em cada dez são fundos

Elevado crescimento do turismo coloca Portugal e Espanha no radar de grandes fundos internacionais. Investidores norte-americanos, chineses e sul-coreanos lideram. Os investidores privados têm cada vez menos espaço no mundo da compra e venda de hotéis. As transacções têm agora como maiores protagonistas os gigantes fundos de investimento internacionais. “Um capital que não tem cara nem geografia. As compras de cadeias hoteleiras por fundos representam já 68% das vendas de hotéis realizadas em 2018 na Península Ibérica, isto é, praticamente sete em cada dez unidades que mudaram de mãos. Há cinco anos, os fundos representavam apenas 50% das vendas

Quatro pontes e outros tantos fins de semana prolongados em 2020

O próximo ano será menos generoso em pontes e fins de semana prolongados do que 2019. Em 2020, os trabalhadores podem contar com quatro pontes (incluindo a do Carnaval) e três fins de semana compridos. Para quem trabalha no Porto ou em Lisboa, o calendário não ajuda: o dia de S. João calha a uma quarta-feira e o de Santo António será um sábado; o São Pedro é uma segunda. O mês mais generoso para escapadelas será o último. Dezembro arranca logo com duas pontes: o dia 1 e o dia 8 caem a uma terça-feira. Com um dia de férias apenas, é possível gozar uma pausa de quatro dias em qualquer uma dessas semanas. Duas semanas depois, o dia de Natal será uma sexta-feira – um dos fins de semana compridos, a ajudar quem passa as festas na terra de origem ou quer prolongar as celebrações natalícias mais dois dias