13 Out 2019 | Destaques
O
próximo ano será menos generoso em pontes e fins de semana prolongados do que
2019. Em 2020, os trabalhadores podem contar com quatro pontes (incluindo a do
Carnaval) e três fins de semana compridos. Para quem trabalha no Porto ou em
Lisboa, o calendário não ajuda: o dia de S. João calha a uma quarta-feira e o
de Santo António será um sábado; o São Pedro é uma segunda. O mês mais generoso
para escapadelas será o último. Dezembro arranca logo com duas pontes: o dia 1
e o dia 8 caem a uma terça-feira. Com um dia de férias apenas, é possível gozar
uma pausa de quatro dias em qualquer uma dessas semanas. Duas semanas depois, o
dia de Natal será uma sexta-feira – um dos fins de semana compridos, a ajudar
quem passa as festas na terra de origem ou quer prolongar as celebrações
natalícias mais dois dias
13 Out 2019 | Destaques
As
exportações de bens diminuíram 3,8% e as importações caíram 4,0% em Agosto face
ao mesmo mês de 2018, penalizadas pela quebra no comércio de combustíveis e
lubrificantes. Excluindo os combustíveis e lubrificantes, em Agosto as
exportações aumentaram 0,6% e as importações cresceram 4,4% (-3,0% e +9,7%, respectivamente,
em Julho de 2019). O défice da balança comercial de bens atingiu 1.638 milhões
de euros, menos 78 milhões de euros do que no mês homólogo de 2018, sendo que,
excluindo os combustíveis e lubrificantes, o saldo foi negativo em 1.288
milhões de euros, deteriorando-se em 190 milhões de euros face a Agosto de
2018.
12 Out 2019 | Destaques
Os
28 Estados-membros da União europeia (UE) retiraram a Suíça da denominada lista
‘cinzenta’ de paraísos fiscais, considerando que o país cumpre todos os compromissos
de cooperação tributária”. A Suíça aboliu os regimes fiscais preferenciais,
mas ainda oferece às empresas incentivos fiscais importantes e taxas baixas.
Isso continuará provavelmente a atrair empresas que procuram evitar pagar a
justa parte do imposto. Além da Suíça, outros quatro países também saíram da
lista ‘cinzenta’, designadamente a Albânia, a Costa Rica, as Maurícias e a
Sérvia. Os emirados Árabes Unidos e as ilhas Marshall saíram, por outro lado,
da lista negra dos paraísos fiscais, que agrupa os países e territórios
considerados como “não cooperativos, ou seja, que não assumiram qualquer
compromisso de boa conduta em matéria fiscal.
12 Out 2019 | Destaques
País
está em 21º lugar no ranking europeu do rendimento médio anual dos cidadãos. O
rendimento dos portugueses estagnou face à média dos países da União Europeia
(UE) nos últimos 25 anos e está abaixo dos níveis de 1995, revela um estudo do
Banco de Portugal. A análise da evolução do nível de rendimento per capita em
Portugal face à média da UE mostra que o processo de convergência real da
economia portuguesa não prosseguiu nos últimos 25 anos. Em 2018, o Luxemburgo e
a Irlanda – devido às multinacionais aí sediadas – eram os países com os níveis
de PIB per capita mais elevados, com rendimentos acima de 250% e 187%, respectivamente,
da média europeia. Já 17 países estavam abaixo, incluindo Portugal, cujo nível
de rendimento equivalia a 77% da média da UE.
11 Out 2019 | Destaques
População
estrangeira é mais jovem, mais qualificada e com maior taxa de actividade.
Incentivos fiscais, segurança e Brexit justificam nova vaga de imigrantes,
sobretudo brasileiros, italianos e britânicos. Desde meados de 2018, a
população activa estrangeira tem permitido sustentar a evolução da população activa
em Portugal, indica o estudo, mesmo que o peso relativo seja pequeno. No
primeiro semestre de 2019, os estrangeiros residentes em Portugal em idade activa
ascendiam a 198 mil, correspondendo a 3% da população deste escalão etário. Já os
estrangeiros activos eram 158 mil (3,2% da população activa em Portugal).
11 Out 2019 | Destaques
Portugal
manteve-se no 34.º lugar do Ranking Mundial de Competitividade em 141 países
analisados, atrás do Chile (33.º) e à frente da Eslovénia (35.º), com a
pontuação do país a subir ligeiramente. Não houve qualquer país a ultrapassar
Portugal, nem ultrapassámos qualquer outro. Assim, Portugal continua claramente
nas 35 economias mais competitivas do mundo das 36 que constituíam os países em
que a inovação era o factor de maior desenvolvimento.