Défice orçamental volta a descer e fica nos 536 milhões no primeiro semestre

Saldo apresenta menos cerca de 2 mil milhões do que no mesmo período do ano passado. É uma redução de 2.117 milhões de euros face ao mesmo período do ano passado, anunciou o Ministério das Finanças. O défice orçamental do primeiro semestre, que é divulgado em óptica de caixa, “está influenciado por efeitos que melhoram o saldo, mas que não têm impacto no apuramento em contas nacionais”, ou seja, a óptica dos compromissos e que conta para verificar se Portugal cumpre com as regras europeias.

Reservas de combustíveis em Portugal asseguram economia durante 90 dias

Plano de emergência da ENSE vai abranger hospitais, centros médicos, portos, aeroportos, aeródromos e heliportos. As reservas de combustíveis (de emergência e de segurança) asseguram o funcionamento da economia nacional e do país durante 90 dias sem que, nesse período, seja necessária a importação ou refinação de produtos acabados. De acordo com a ENSE, esta rede “identifica os principais pontos de fornecimento e carga de combustíveis, rotas de transporte, empresas transportadoras e bem assim soluções alternativas (meios físicos, mas também humanos) que possam garantir a implementação de diferentes respostas por forma a evitar constrangimentos no fornecimento dos diferentes locais de abastecimento, sobretudo, os classificados como prioritários”.

Dívida directa do Estado aumenta 1,2% em Junho

Em Junho de 2019, a dívida pública no âmbito do Programa de Assistência Financeira, ascendia a 51,6 mil milhões de euros (25,4% do PIB), dos quais 27,3 mil milhões de euros dizem respeito ao Fundo Europeu de Estabilidade Financeira, 24,3 mil milhões de euros ao Mecanismo Europeu de Estabilização Financeira e zero ao Fundo Monetário Internacional. Em Junho de 2019, o valor da dívida directa do Estado totalizava 246,6 mil milhões de euros, o que representa uma variação de -2,2% face ao final do mês anterior e um aumento de 1,2% face ao período homólogo de 2018.

Roadshow EETur

Decorreu na passada 5ª feira, dia 25 de julho o Roadshow EETur – Visita Técnica aos Empreendimentos Turísticos do Algarve.
Foram realizadas visitas às instalações de três empreendimentos turísticos onde foram implementadas medidas de Eficiência Energética. Esta iniciativa teve como objetivo fazer uma divulgação alargada de boas práticas, tecnologias e soluções inovadoras de eficiência energética nos edifícios, demonstrando assim o potencial de impacto económico das medidas de eficiência energética no setor do turismo.
O roadshow contou com cerca de 35 representantes de diversas entidades ligadas ao setor do turismo e de energia. Este evento serviu para captar a atenção das empresas do setor dos empreendimentos turísticos, fornecedores de tecnologias e serviços de energia, no sentido de estimular o interesse para a implementação de projetos de eficiência energética e energias renováveis nesses edifícios.
O evento foi promovido pelo ISQ – Instituto de Soldadura e Qualidade com o apoio dos parceiros regionais, a AHETA (Associação dos Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve, NERA (Associação Empresarial da Região do Algarve) e a ENERCOUTIM (Associação de Energia Solar de Alcoutim) no âmbito do projeto EETur, financiado pelo Programa CRESC ALGARVE 2020 ao abrigo do Sistema de Incentivos às Ações Coletiva.

Associações de anunciantes e de agências de publicidade de violam regras de mercado

A Autoridade da Concorrência (AdC) acusa a Associação Portuguesa de Anunciantes (APAN) e a Associação Portuguesa de Agências de Publicidade, Comunicação e Marketing (APAP) “de limitarem o normal funcionamento do mercado ao estipularem uma regra impeditiva da livre participação das suas associadas em concursos de fornecimento de serviços de publicidade”. Em causa está uma regra “constante de um Guia de Boas Práticas para Concursos de Agências de Publicidade e Comunicação aprovado tanto pela associação representativa dos anunciantes como pela associação que representa as agências de publicidade”. De acordo com a AdC essa norma determina que os clientes devem limitar os concursos de aquisição de serviços de publicidade a três empresas, no máximo quatro, caso a actual empresa fornecedora do serviço também participe.

Défice comercial alimentar agravou-se em 2018

O INE garante que em 2018 Portugal manteve-se auto-suficiente nas produções de leite, ovos, azeite, vinho, arroz e tomate para indústria e deficitário nos restantes produtos agrícolas, nomeadamente nas carnes, frutos, cereais excepto arroz, batata, leguminosas secas, sementes e frutos de oleaginosas excepto azeitona e gorduras e óleos vegetais excepto azeite. Esta conjuntura teve reflexo no saldo da balança comercial dos ‘Produtos agrícolas e agro-alimentares (excepto bebidas) cujo défice aumentou, face a 2017, 80,0 milhões de euros, fixando-se em 3 705,8 milhões de euros. Esta evolução desfavorável ficou a dever-se ao aumento das importações (+261,9 milhões de euros) ter sido superior ao acréscimo das exportações (+181,8 milhões de euros.