EasyJet transportou 290 mil passageiros por dia no segundo trimestre

Companhia aérea ganhou no trimestre mais dois milhões de passageiros face a 2018. A receita ficou perto dos dois mil milhões de euros, transportando em média 290 mil passageiros por dia e gerando uma receita diária acima dos 20 mil euros. A companhia britânica gerou no segundo trimestre uma receita de 1,76 mil milhões de libras (1,95 mil milhões de euros), um crescimento homólogo de 11%. O volume de passageiros cresceu 8%, atingido no trimestre os 26,4 milhões, uma subida homóloga de dois milhões. Portugal representa perto de um quinto do tráfego da easyJet que opera a partir dos aeroportos de Faro, Lisboa, Porto e Funchal para dezenas de destinos.

EasyJet com Lucros entre os 440 e 480 milhões de euros

A empresa diz que conta já com 78% de reservas para o segundo semestre. E a sua expectativa é terminar este exercício com um lucro, antes de impostos, entre os 440 milhões e os 480 milhões de euros. No segundo trimestre do ano, a easyJet reforçou o balanço com a colocação de uma emissão obrigacionista de 500 milhões de euros que gerou uma procura de 3,4 vezes a oferta e paga uma taxa no primeiro cupão de 0,87%. A companhia conta fechar o ano fiscal de 2019 com 332 aviões e reforçar a frota para 352 unidades até 2021.

Governo simplifica registo automóvel

O novo modelo entra em vigor a 1 de Agosto para as novas matrículas, generalizando-se a partir de 2020 a todos os automóveis. O diploma “simplifica e desmaterializa os procedimentos administrativos de registo automóvel, através do recurso a novas funcionalidades tecnológicas e à interoperabilidade de dados, inserindo-se esta medida numa política de melhoria do acesso à informação pelos cidadãos e empresas”. A revisão da legislação do registo automóvel e a implementação do novo sistema informático “permitirá um registo automóvel mais simples e seguro para o cidadão e empresas, bem como a desmaterialização das comunicações com os vários serviços da Administração Pública.

Diferença entre ricos e pobres baixa, mas Portugal ainda é dos países mais desiguais da UE

A diferença entre os que têm mais e menos rendimentos em Portugal baixou, em 2018, para 5,22 pontos, menos do que os 5,7 registados no ano anterior, sendo ainda assim o sexto país com maiores desigualdades na União Europeia (UE). No caso de Portugal, o valor registado no ano passado (5,22) colocou o país no sexto lugar do topo da lista dos Estados-membros com maiores desigualdades nos rendimentos, atrás da Bulgária (7,66), Roménia (7,2), Letónia (6,8), Espanha (6,03) e Grécia (5,5). Em sentido inverso, verificaram-se menos desigualdades na República Checa e na Eslovénia (3,4 em ambos), Finlândia (3,5), Eslováquia (3,5) e Bélgica (3,8).

Em 2050, vamos ser 10 mil milhões. Alimentos geneticamente modificados podem ser solução

Até 2050, estima-se que a população mundial ascenda os 10 mil milhões, um valor que preocupa especialistas dado que em termos de alimentação os recursos serão cada vez menos. A alimentação mundial deve sofrer alterações na sua constituição e deve ser produzida artificialmente de modo a responder à procura que se vai agravar nas próximas décadas. Para isso acontecer será necessário aumentar o investimento publico nas tecnologias, como engenharia genética. Também incluído no plano de acção vem um programa para a redução do consumo de carne até 40% nos EUA e melhorar o acesso das mulheres africanas aos cuidados de saúde e educação.

Venda de casas sobe 16,6% em 2018 e atinge recorde em dez anos

A venda de casas em Portugal aumentou 16,6% em 2018 face ao ano anterior, para um total 178.691 habitações, o registo mais elevado do Instituto Nacional de Estatística (INE) da série disponível que se inicia em 2009. De entre as transacções realizadas, 85,2% respeitaram a alojamentos existentes, mais 0,7 pontos percentuais (pp) do que no ano anterior. Em 2018, o preço mediano de alojamentos familiares vendidos em Portugal foi 996 Euro/m2, um aumento de 6,9% relativamente a 2017, e o preço mediano da habitação superou o valor nacional nas regiões Algarve (1.523 Euro/m2), Área Metropolitana de Lisboa (1.333 Euro/m2) e Região Autónoma da Madeira (1.207 Euro/m2).