Portugal atraiu 74 projectos em 2018 que criaram 6.100 empregos

Comparativamente com a França (30%), a Bélgica (28%), a Alemanha (40%) e os Países Baixos (45%), 52% dos participantes no estudo, acreditam que a atractividade de Portugal irá evoluir positivamente nos próximos três anos (a maior percentagem do grupo). No entanto, apenas 25% tem planos para investir no país ao longo do próximo ano, sendo que ainda assim Portugal é o mercado com mais planos de investimento, sendo seguido pela Alemanha (23%).

Como principais factores de atractividade de Portugal, foram distinguidos os seguintes: qualidade de vida (assinalado por 90% dos participantes), seguindo-se a estabilidade do clima social (79%), a infra estrutura de telecomunicações (73%), o nível de competência de mão-de-obra local (72%) e o custo de mão-de-obra (71%).

Comércio internacional na zona euro em excedente de 15,7 mil milhões de euros

Em Abril, as primeiras estimativas das exportações de bens na zona euro foi de 192,9 mil milhões de euros, um aumento de 5,2% em relação ao mesmo período no ano passado, em que se registou um valor de 183,4 mil milhões de euros, de acordo com os dados avançados pela organismo de estatística da União Europeia (UE). No que diz respeito às importações do resto do mundo, o valor foi de 177,2 mil milhões de euros, o que significa uma subida de 6,6% face ao mês de Abril de 2018, quando se verificaram 166,3 mil milhões de euros. Como resultado, a zona euro registou um excedente de 15,7 mil milhões de euros no comércio internacional com o resto do mundo. Já dentro da zona euro, o comércio observou um crescimento de 163,7 mil milhões de euros, um ligeiro acréscimo de 3% em comparação com o mês de Abril de 2018.

Inflação em Portugal baixou para 0,3%

A taxa de inflação anual recuou em Maio para os 1,2% na zona euro e os 1,6% na União Europeia, com Portugal a registar a segunda menor (0,3%). Na UE, a subida de 1,6% dos preços em Maio representa um abrandamento face à inflação de 2,0% homóloga e à de 1,9% registada no mês anterior. As menores taxas de inflação anuais registaram-se em Chipre (0,2%), Portugal (0,3%) e Grécia (0,6%) e as mais elevadas na Roménia (4,4%), Hungria (4,0%) e Letónia (3,5%). Em Portugal, os 0,3% de inflação anual em Maio comparam-se com os 1,4% do mês homólogo e os 0,9% de Abril.

Imobiliárias com novas regras

A partir do próximo dia 26, as imobiliárias têm de seguir novas regras no que diz respeito à identificação, controlo e comunicação de operações de compra, venda, arrendamento, ou permuta de imóveis. Estas novas regras têm como objectivo a prevenção e combate ao branqueamento de capitais e ao financiamento do terrorismo. Uma das novas regras é a identificação do cliente, seja ele particular ou empresa, bem como dos beneficiários efectivos, ou seja, as pessoas ou entidades que detêm, de forma directa ou indirecta, o imóvel. Além disso, as imobiliárias estão agora obrigadas a ter um registo de todas as informações recolhidas, que deve ser mantido durante sete anos.

Ninguém sabe o custo de 50% dos benefícios fiscais

Não existe informação para apurar quanto custam cerca de metade dos benefícios fiscais existentes. A conclusão é do grupo de trabalho que estudou esses mecanismos e que verificou também que quase um quarto dos incentivos fiscais não têm uma função definida. Quase um quarto dos benefícios fiscais não tem uma função definida. O Grupo de Trabalho para o Estudo dos Benefícios Fiscais olhou para mais de 500 incentivos e considerou que benefícios fiscais não tem função definida ou despesa associada, correspondendo a facilitismo e complexidade.

Mais de metade das empresas do Reino Unido não estão preparadas para o Brexit sem acordo

O risco de Brexit sem acordo é muito real e apelamos a todas as empresas, se ainda não o fizeram, que considerem a sua exposição [ao Brexit] e desenhem planos de contingência agora, considera a organização que representa os líderes das empresas do Reino Unido. Mais de metade das empresas não têm planos para a saída do Reino Unido da União Europeia, mostram dados da organização. E apenas 4% das inquiridas pretendem usar este prolongamento até Outubro para recuperar o tempo perdido e elaborar planos de contingência.