16 Abr 2021 | Destaques
Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), o indicador de inflação subjacente (índice total excluindo produtos alimentares não transformados e energéticos) registou uma variação homóloga de 0,1%, taxa inferior em 0,6 pontos percentuais à registada em Fevereiro. Em termos mensais, o IPC apresentou uma variação de 1,4% em Março (-0,5% no mês anterior e 1,4% em Março de 2020). Excluindo os produtos alimentares não transformados e energéticos, a variação do IPC foi 1,5% (-0,6% no mês anterior e 2,1% em março de 2020). A variação mensal do IHPC foi de 1,5% (-0,5% no mês anterior e 1,6% em Março de 2020) e a variação média dos últimos 12 meses foi de -0,2% (valor idêntico ao do mês precedente).
15 Abr 2021 | Destaques
De entre os 17 países do euro para os quais há dados, Portugal apresenta a maior perda média desde Janeiro de 2020, face a um cenário hipotético sem pandemia. Olhando apenas para 2021, foi mesmo a que mais perdeu. A economia portuguesa é a segunda da Zona Euro que mais perdeu com a pandemia até ao final de Março. O nível de atividade económica desde Janeiro de 2020 apresenta uma queda média de 10,5%, face ao que devia ter acontecido, segundo as projeções da OCDE, se não fosse a covid-19. Pior do que Portugal só mesmo Espanha, que tem uma perda média de 12,3%.
14 Abr 2021 | Destaques
O Fundo Monetário Internacional (FMI) aumentou ligeiramente a previsão de crescimento para a zona euro em 2021 para 4,4%, uma vez que se espera que a Europa beneficie das consequências do pacote de estímulos dos EUA. Contudo, o fosso está a aumentar entre a zona euro e os Estados Unidos, que sairão mais rapidamente da crise da pandemia graças a uma vacinação mais rápida, porque o plano Biden de 1,9 biliões de dólares terá um impacto mais maciço e rápido na economia norte-americana, adianta o FMI. O Reino Unido, que deixou o mercado interno europeu no início de janeiro, beneficia, tal como os Estados Unidos, de uma perspetiva melhorada graças a uma campanha de vacinação mais rápida do que na Europa continental.
13 Abr 2021 | Destaques
As remessas dos emigrantes caíram 1,3% no ano passado. Apesar da crise provocada pela pandemia, os estrangeiros a viver em Portugal conseguiram enviar mais dinheiro (1,6%) para os seus países. O valor das remessas dos emigrantes diminuiu 1,3% em 2020, para 3.612,9 milhões de euros, interrompendo a tendência crescente que durou uma década. Ainda assim, é o terceiro maior valor de sempre, apenas superado pelo registo de 2019 e de 2001. Outra novidade, segundo os dados do Banco de Portugal é que, com uma subida de 4,9%, o dinheiro proveniente da Suíça (1037 milhões de euros) superou, pela primeira vez, o enviado pelos emigrantes em França: 1.036,6 milhões, -5,2% do que no ano anterior. Em conjunto, pesam 57% do total.
13 Abr 2021 | Destaques
Uma sondagem realizada pela Aximage indica que 52% dos portugueses não tencionam ir de férias neste verão. Entre os que planeiam ir de férias (48%), o mercado interno está no topo das preferências. De acordo com a sondagem da Aximage, os locais mais escolhidos para passar estas férias este ano são casa alugada (24%), hotel (23%), segunda residência (19%), lar (13%), casa de amigos ou familiares (9%), parque de campismo (4%) e autocaravana (1%). Quanto aos gastos, 64% dos inquiridos tencionam gastar o mesmo que gastaram nas últimas férias. Já 21% pensam gastar menos e 11% contam vir a gastar mais nestas férias. Segundo a mesma sondagem, a pandemia tirou rendimento a 44% das famílias portuguesas.
12 Abr 2021 | Destaques
O mercado da Internet das Coisas (IoT – Internet of Things) abrandou com o surgimento de um vírus que não atacou só computadores, mas prepara-se para crescer a dois dígitos este ano, de acordo com as previsões da consultora tecnológica IDC. As despesas globais com estes dispositivos cresceram a um ritmo mais lento que o esperado em 2020 – os analistas estimavam uma subida anual de 14,9% que acabou por ser de 8,2% – para 742 mil milhões de dólares (624 mil milhões de euros) e deverão retomar a taxa de crescimento anual composta de 11,3% até 2024.