27 Abr 2019 | Destaques, Fiscalidade
Nos
primeiros três meses de 2019 a receita fiscal líquida do subsector Estado registou
um aumento de 979 milhões de euros (mais 10,3%) face ao período homólogo. O
Estado arrecadou mais 979 milhões de euros em imposto nos primeiros três meses
deste ano face ao mesmo período de 2018, num total de 10,5 mil milhões de euros.
Esta evolução foi, essencialmente, suportada pelos desempenhos do IVA, IRS e
ISP. Assim, no final deste primeiro trimestre a receita do IRS registava uma
subida homóloga de 6,2% (mais 200 milhões de euros) para os 3.418 milhões de
euros, enquanto a do IRC observava um acréscimo de 20,5% (mais 9,4 milhões de
euros) para os 258,8 milhões de euros.
27 Abr 2019 | Destaques
Ministério
do Trabalho indica que houve um aumento da receita efectiva do subsector da
Segurança Social em 555,9 milhões de euros (+8,3%) até ao mês de Março. As
contribuições para os sistemas de protecção social cresceram 6,4%,
“influenciadas sobretudo pelo desempenho das contribuições para a Segurança
Social”, que aumentaram 8,3% (330,7 milhões de euros) face ao mesmo período do
ano passado, atingindo 4.335,8 milhões de euros. A evolução da receita efectiva
do subsector da Segurança Social permitiu “acomodar o aumento da despesa efectiva,
que foi de 275,3 milhões” (4,8%), para 5.964,2 milhões de euros, “e reforçar o
saldo global em 280,6 milhões de euros” face ao período homólogo.
26 Abr 2019 | Destaques
O
objectivo de ter o acordo para a saída da União Europeia aprovado até Julho é
fechar este processo antes de o Parlamento Europeu, renovado após as eleições
de Maio, iniciar a actividade. O Governo quer levar o acordo de volta ao
Parlamento “o mais cedo possível”, mas ressalva que, para que isso
aconteça, serão necessários “compromissos” de todas as partes. Com o
alargamento do prazo de saída da União Europeia, o Reino Unido terá de participar
nas eleições europeias, que decorrem entre 23 e 26 de Maio. Este cenário só
poderá ser evitado se o Parlamento britânico aprovar, antes dessa data, o
acordo do Brexit.
26 Abr 2019 | Destaques
Portugal registou, no ano passado, a terceira percentagem
mais baixa da União Europeia (UE) em diplomados do ensino superior na faixa
etária dos 30 aos 34 anos, de 33,5%, abaixo da média comunitária. Portugal
ficou apenas atrás da Roménia (24,6%) e de Itália (27,8%) no que toca aos
países com números mais baixos. Portugal ficou, também, abaixo da média
comunitária em 2018, que foi de 40,7%. E está ainda longe da meta apontada por
Bruxelas para Portugal para 2020, que é de 40%, tendo em conta o que foi estipulado
na estratégia da UE para promover o emprego e crescimento nos Estados-membros.
25 Abr 2019 | Destaques
Portugal atingiu, em 2018, uma taxa de emprego de 75,4% na faixa etária dos 20 aos 64 anos, superando nesse ano a meta apontada por Bruxelas para 2020, tendo ainda ficado acima da média comunitária. A taxa de emprego registada em Portugal no ano passado nesta faixa etária superou em quatro pontos percentuais a meta (que era de 75%) apontada na estratégia Europa 2020, um programa comunitário para o crescimento e o emprego. No conjunto da UE, a média da taxa nesta faixa etária foi de 58,7% no ano passado e de 57,1% no período homólogo anterior. Também a taxa de emprego dos 55 aos 64 anos em Portugal foi mais alta nos homens (64,5%) do que nas mulheres (54,6%), adianta o Eurostat.
25 Abr 2019 | Destaques
Em
Portugal, 50% das horas de trabalho são susceptíveis de ser substituídas por
processos automatizados até 2030. Um cenário que tornará redundantes 1,1
milhões de postos de trabalho, sobretudo na manufactura e agricultura. Na zona
Centro, 240 mil empregos serão perdidos. No entanto, 130 mil postos de trabalho
também serão criados. Já na zona Centro, as mudanças líquidas estimadas de
postos de trabalhos ascendem aos 44 mil e 15,6 mil na manufactura e
agricultura, respectivamente.