Directiva dos Direitos de Autor volta a Bruxelas. Como ficou a versão final desta reforma polémica?

Os eurodeputados vão tomar uma decisão final sobre a polémica proposta pela nova directiva de direitos de autor. Os artigos 11 e 13 deixaram de existir e são agora conhecidos pelos artigos 15 e 17, dado a rápida evolução tecnológica que continua a mudar a forma como as obras e outro material protegido são criados, produzidos, distribuídos e explorados. De acordo com o preâmbulo da proposta, “continuam a surgir novos modelos empresariais e novos intervenientes”. Estes “novos modelos”, referem-se ao YouTube e Facebook, como tem argumentado a Comissão Europeia.

Bruxelas concluiu preparativos para saída desordenada do Reino Unido

Embora não considere desejável o cenário de ausência de acordo, a Comissão Europeia garante que a UE está preparada para “lhe fazer face”. Paralelamente, a Comissão continua a acompanhar os preparativos a nível das administrações e insta todos os cidadãos e empresas da UE a informarem-se sobre as consequências de um eventual cenário de ausência de acordo e a concluírem os seus preparativos para esta eventualidade. O Conselho Europeu concordou com uma extensão do Artigo 50.º até 22 de Maio, desde que o Acordo de Saída seja aprovado pela Câmara dos Comuns. Se tal não acontecer, a UE a 27 estipulou uma prorrogação até 12 de Abril e disse que esperava que o Reino Unido indicasse um caminho a seguir antes dessa data para a consideração dos líderes europeus.

Fisco passa a mostrar aos contribuintes onde são gastos os seus impostos

O Portal das Finanças vai ter a partir de 01 de Abril imagens que mostram aos contribuintes o destino dos impostos que pagam, sempre que estes submeterem uma declaração. É essencial os cidadãos conhecerem o destino dos seus impostos, para que compreendam também a sua função para a nossa comunidade. É neste contexto que se enquadra a disponibilização de gráficos com informação sobre a utilização da receita fiscal. A medida arrancará no dia em que se inicia a entrega das declarações do IRS e permitirá às pessoas perceberem que 23% dos valores arrecadados pelo Estado se destinam à protecção social, enquanto 17% são alocados à saúde e 13% à educação.

Contribuintes fizeram 44.545 reclamações graciosas e fisco deu-lhes razão em 57%

Os contribuintes apresentaram 44.545 reclamações graciosas de liquidações de imposto em 2018, tendo-lhes sido dada uma resposta favorável em 57% dos casos, indicam dados da Autoridade Tributária e Aduaneira (AT). Este número de reclamações graciosas resulta dos mais de 25,3 milhões de liquidações feitas pela AT e comunicadas aos contribuintes ao longo do ano passado, correspondendo assim a menos de 0,19% do total. Os dados da AT mostram que o imposto que foi objecto do maior número de reclamações graciosas foi o IRS (somando 8.645). Os pagamentos antecipados e questões relacionadas com o Imposto Municipal sobre as Transacções Onerosas (IMT) são os que se seguem na lista de situações que estão na origem do maior número de reclamações graciosas.

Fisco fez mais de 300 mil penhoras a contribuintes com dívidas em 2018

A Autoridade Tributária e Aduaneira concretizou 303.114 penhoras de bens e direitos em 2018 a contribuintes com dívidas fiscais e cerca de um terço incidiu sobre saldos de contas bancárias. As penhoras efectivamente realizadas ao longo do ano passado reflectem uma redução de 17,5% face às contabilizadas no ano anterior e correspondem ao número mais baixo desde 2014. Na lista de activos mais penhorados seguem-se os salários, havendo registo de 68.273 destas situações em 2018. Tal como sucede no caso das contas bancárias, também aqui se registou um decréscimo face a 2017, acompanhando a tendência de quebra do número geral de penhoras concretizadas.

Vistos Gold: controlos em Portugal “não são suficientes”, diz Transparency International

Os principais riscos deste tipo de esquemas de atribuição de vistos de residência para além da falta de controlos, é também a má gestão dos processos que acaba por arrastar os Estados europeus para situações de corrupção dentro dos próprios Governos. A organização Transparency International considera que o regime nacional de atribuição de vistos de residência em troca de investimento não tem controlos suficientes, tem poucos funcionários para tratar os pedidos e tem feito “caminho inverso” no fortalecimento das regras. Os investimentos apresentam riscos macroeconómicos muitos grandes. São voláteis e para a recuperação económica ou atracção de mais investimento, este tipo de vistos não é uma escolha muito sábia a longo termo, com a maior parte do dinheiro que vem destes residentes vai para o sector imobiliário e não para a economia real.