26 Set 2018 | Destaques
Apesar da subida, os dados do INE revelaram uma interrupção da aceleração dos preços, que tinha sido consecutiva durante os cinco trimestres anteriores. O aumento observado nos preços neste período foi mais intenso no caso das habitações existentes (12,6%, o dobro do apresentado para as habitações novas). Em relação ao trimestre anterior, o IPHab [Índice de Preços da Habitação] aumentou 2,3% (3,7% no primeiro trimestre de 2018), devido sobretudo ao comportamento dos alojamentos existentes, que registaram uma taxa de variação de 2,9%, tendo os alojamentos novos apresentado um aumento residual de 0,1%. Segundo o INE, foram registadas, entre Abril e Junho de 2018, 45.619 habitações transaccionadas, o que representa um aumento de 23,7% face ao mesmo período do ano anterior”.
25 Set 2018 | Destaques
O Conselho das Finanças Públicas (CFP) reviu em baixa a estimativa do défice para 0,5% para 2018, inferior ao previsto pelo Governo, e de 0,2% para 2019. Quanto a 2019, o CFP afirma que “na ausência de novas medidas de política”, o défice ficará em 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB), tal como previsto pelo Governo, representando uma melhoria de 0,3 pontos percentuais face à projecção para 2018. A projecção mostra uma evolução positiva para o mercado de trabalho ao longo de todo o período, com uma taxa de desemprego de 6,9% em 2018 e de 5,8% em 2022.
25 Set 2018 | Destaques
O indicador coincidente para a actividade económica manteve em Agosto a descida iniciada em Outubro de 2017 e o indicador para o consumo privado também recuou no passado mês, segundo dados divulgados pelo Banco de Portugal (BdP). Segundo o BdP, no mês passado, “o indicador coincidente mensal para a actividade económica manteve a trajectória descendente iniciada em Outubro de 2017”, enquanto o indicador coincidente mensal para o consumo privado manteve o perfil de redução registado desde Março de 2018. Assim, o indicador coincidente mensal para a actividade económica recuou para 1,6% face aos 1,8% de Julho, enquanto o indicador coincidente mensal para o consumo privado diminuiu para 1,6% em Agosto, contra 1,8% em Julho.
24 Set 2018 | Destaques
Em 2017, o défice do primeiro semestre tinha sido de 6,1% do PIB por causa da CGD. Este ano, o primeiro semestre foi influenciado pela injecção no Novo Banco. No conjunto do 1º semestre de 2018, o saldo global das Administrações Públicas fixou-se em -1.864,7 milhões de euros, representando -1,9% do PIB (-6,1% em igual período do ano anterior). A meta anual do Governo é de um défice de 0,7%, mas o Conselho das Finanças Públicas (CFP) admite que este possa ser de 0,5%. A UTAO explicava que a penalizar as contas públicas estava o empréstimo que o Estado teve de fazer ao Fundo de Resolução por causa do Novo Banco, mas consideravam que o objectivo anual de 0,7% não estava em causa.
24 Set 2018 | Destaques
Depois de acelerar para um crescimento de 2,3% no segundo trimestre, a economia portuguesa terá estabilizado no arranque do terceiro trimestre. O consumo privado desacelerou, mas esse efeito foi compensado pela aceleração do investimento realizado em Portugal. Em Portugal, o indicador de actividade económica, disponível até Julho, e o indicador de clima económico, disponível até Agosto, estabilizaram. O indicador de actividade económica tinha diminuído nos dois meses anteriores. Já o indicador de clima económico continua em máximos de Maio de 2002. Esta evolução contrasta com o que aconteceu na Zona Euro onde tanto o indicador de confiança dos consumidores como o indicador de sentimento económico diminuíram em Agosto.
23 Set 2018 | Destaques
o desempenho do sector do turismo foi suficiente para dar a volta no saldo comercial. O excedente continua aquém dos valores dos últimos anos, mas já dá sinais de melhoria depois de ter derrapado no arranque do ano. Em comparação com igual período de 2017, as balanças de bens e de serviços tiveram evoluções distintas. O défice da balança de bens aumentou 1.129 milhões de euros enquanto o excedente da balança de serviços cresceu 858 milhões de euros, essencialmente devido à rubrica de viagens e turismo, cujo saldo passou de 5.396 milhões de euros para 6.222 milhões de euros. Até Julho, as exportações de bens e serviços cresceram 7,8% (7,9% nos bens e 7,6% nos serviços) enquanto as importações aumentaram 8,6% (9,5% nos bens e 4,7% nos serviços), o que se reflectiu no saldo comercial.