Turismo na UE sofreu uma quebra de 75% em Junho

O turismo na União Europeia (UE) sofreu uma quebra de 75% em Junho face a Fevereiro, em consequência da pandemia de covid-19, segundo dados divulgados pelo Eurostat, que revelam ainda que os restantes serviços apresentaram um recuo de 16,4%. No setor do turismo, as agências de viagens e operadores sofreram as maiores quebras na sua atividade (-83,6%), seguindo-se o transporte aéreo (-73,8%), alojamento (-66,4%) e restauração (-38,4%). O Eurostat indica ainda que o setor da hotelaria e alojamento pesou 79,0 mil milhões de euros em 2017 na UE, o que representa 1,3% do valor acrescentado da economia empresarial não financeira, e a restauração e similares 96,4 mil milhões (1,6%), com quotas de emprego de 1,9% e 4,0%, respetivamente.

Portugal entre países com carga fiscal mais alta face ao PIB

OCDE diz que é um caso atípico, tal como a Grécia e a Hungria. Do lado oposto estão os EUA, Suíça e Irlanda. Portugal está entre os países em que a carga fiscal é demasiado alta tendo em conta o produto interno bruto (PIB) per capita nacional. A conclusão é da organização para a Cooperação de Desenvolvimento Económico (OCDE) no relatório anual sobre política tributária.

Os países com níveis mais baixos de PIB per capita tendem a ter rácios de impostos sobre o PIB mais baixos (por exemplo, Argentina, Chile, Indonésia, México, África do Sul e Turquia), enquanto os que têm o PIB per capita alto, tendem a ter receitas fiscais mais altas em proporção do PIB”.

Insolvências disparam 64,5% em agosto e 10,6% desde início do ano

As insolvências de empresas em Portugal aumentaram 64,5% em Agosto face ao período homólogo, acumulando uma subida de 10,6% em 2020, enquanto as novas companhias criadas diminuíram 10,2% e quase 30%, respetivamente. 199 empresas insolventes, mais 78 que no período homólogo de 2019. No acumulado do ano, o aumento é de 10,6%, com um total de 3.342 insolvências, mais 319 que no mesmo período do ano passado. Os crescimentos homólogos mais significativos verificaram-se, contudo, em Angra do Heroísmo (+50%), Castelo Branco (+50%), Faro (+43,2%), Viana do Castelo (+39,5%), Évora (+29,6%), Beja (+29,4%), Ponta Delgada (+27,8%), Madeira (+25,4%) e Santarém (+14,7%).

Turismo na UE sofreu uma quebra de 75% em Junho

O turismo na União Europeia (UE) sofreu uma quebra de 75% em Junho, enquanto os restantes serviços apresentaram um recuo de 16,4%. No setor do turismo, as agências de viagens e operadores sofreram as maiores quebras na sua atividade (-83,6%), seguindo-se o transporte aéreo (-73,8%), alojamento (-66,4%) e restauração (-38,4%). Com o alívio das medidas de confinamento, o setor da restauração e similares foi o que mais recuperou, seguindo-se o do alojamento, com o transporte aéreo a subir ligeiramente e o setor das agências e operadores turísticos a manter-se basicamente no mesmo nível.

Inflação da zona euro cai para terreno negativo e fixa-se em -0,2% em Agosto

Doze países da União Europeia continuaram a apresentar taxas de inflação negativas no mês de Agosto. O Eurostat considera que os principais componentes da inflação da zona euro, como alimentos, álcool e tabaco, deverão assinalar a maior taxa anual. De acordo com o organismo estatístico europeu, existem 12 Estados-membros da União Europeia com taxas negativas no mês de Agosto. É o caso de Portugal e do Luxemburgo, que registam -0,2%, à semelhança da inflação da zona euro, Alemanha (-0,1%), Bélgica (-0,9%), Itália e Letónia (-0,5%), Estónia e Irlanda (-1,2%), Grécia (-2,1%), Espanha (-0,6%), Eslovénia (-0,7%) e Chipre (-2,9%).

Bancos concederam mais de 6 mil milhões de euros em linhas de crédito nos primeiros seis meses do ano

Até ao mês de Junho, os cinco maiores bancos nacionais – Caixa Geral de Depósitos (CGD), Santander Portugal, BCP, BPI e Novo Banco – concederam mais de seis mil milhões de euros em linhas de crédito, segundo dados da Associação Portuguesa de Bancos (APB). E houve moratórias concedidas a quase 400 mil clientes. O Novo Banco aprovou mais de 38 mil nos primeiros seis meses do ano, num total de 6,8 mil milhões de euros, o que significa que as moratórias representam cerca de 25% do crédito consolidado do banco. O BCP disponibilizou 2,2 mil milhões de euros até junho, num total de 13 mil operações; o Santander 1.300 milhões e a CGD 1.266 milhões de euros, sendo que o banco estatal anunciou uma nova linha de 500 milhões de apoio a micro, pequenas e médias empresas. Os bancos que concederam menos foram o Novo Banco (967 milhões), e o BPI, com 549 milhões de euros.