25 Jun 2020 | Covid-19, Destaques, Turismo
As reservas de voos para Portugal feitas pelos principais mercados do turismo nacional registam quebras superiores a 80% em Julho. Só em Agosto começará a haver uma retoma, que, ainda assim, será lenta. Alemanha, Países Baixos e Bélgica têm a maior recuperação. A Organização Mundial do Turismo prevê que o número de turistas internacionais, a nível mundial, caia entre 60% e 80% em 2020. E só em 2022 deverão recuperar-se os níveis de 2019. A queda abrupta do turismo internacional vai ser sentida em todo o mundo e Portugal não será excepção. Este Verão será quase perdido no que diz respeito aos turistas vindos dos principais mercados de Portugal.
25 Jun 2020 | Destaques, Turismo
Num mês em que Portugal estava em estado de emergência, as receitas da hotelaria praticamente desapareceram. Na retoma, as regiões de turismo tentam atrair os nacionais. As regiões de turismo estão a lançar campanhas para atrair o mercado interno, que vai assumir maior peso este ano. Num mês de interrupção quase total da actividade turística, o conjunto dos estabelecimentos de alojamento turístico portugueses registou receitas de apenas 5,7 milhões de euros. É uma queda superior a 98%.
24 Jun 2020 | Covid-19, Destaques
Portugal está entre os países da zona euro mais expostos à redução das exportações no sector do turismo devido à covid-19, juntamente com Chipre, Malta e Grécia, segundo um artigo divulgado hoje pelo Banco Central Europeu (BCE). É estimado que os países da zona euro mais expostos ao impacto da pandemia em termos de exportações líquidas de serviços de viagens sejam Chipre, Malta, Grécia e Portugal. Espanha, Áustria, Luxemburgo e Eslovénia “também deverão sofrer um impacto significativo em termos de exportações líquidas nas viagens”, mas “em contraste, Alemanha e Bélgica deverão beneficiar ligeiramente em termos de exportações líquidas, dado que são grandes importadores de serviços de viagens”.
24 Jun 2020 | Covid-19, Destaques
Mercado imobiliário aguenta-se, sobretudo devido aos investidores não residentes. Recessão de 2020 deve ser a mais violenta desde 1928, ou pior, e turismo afundará 60%. Se não fossem os estrangeiros, a venda de casas teria caído de forma acentuada durante a pandemia, diz o Banco de Portugal (BdP). Aliás, em maio, já houve sinais de revitalização do mercado. Ainda assim, o novo investimento em termos globais deverá cair cerca de 11% este ano, naquele que será o pior registo desde a crise do tempo da troika (2012). A construção e o imobiliário estão a resistir à hecatombe provocada pela covid-19.
23 Jun 2020 | Covid-19, Destaques
São números alarmantes e que colocam o Banco de Portugal (BdP) como a entidade mais pessimista sobre o impacto da pandemia na economia portuguesa. A instituição prevê uma quebra de 9,5% no PIB para este ano, a maior contracção desde 1928. A confirmarem-se estas previsões, que representam uma quebra de 20,2 mil milhões de euros no PIB, os 15,5 mil milhões que deverão vir da UE a fundo perdido para a recuperação da economia poderão não ser suficientes. No próximo ano, a economia deverá voltar a crescer 5,2%. Em 2022, o indicador passa para os 3,8%, permitindo repor níveis do PIB próximos de 2019. Contudo, em 2022 não será ainda possível voltar a níveis de desemprego pré-pandemia. É por isso estimada uma taxa de desemprego de 10,1%.
23 Jun 2020 | Destaques
Portugal destaca-se na categoria de preços, convertendo-se no 30.º país mais competitivo a nível mundial. Portugal sobe duas posições no ‘ranking’ dos países mais competitivos a nível mundial face a 2019, para 37.ª posição, sendo o pódio agora ocupado por Singapura, Dinamarca e Suíça, adianta. Este ano, o grande salto competitivo foi dado pela Dinamarca e pela Suíça, que passaram a figurar no ‘top’ 3 dos países mais competitivos do mundo — um pódio que em 2019 era ocupado por Hong Kong e pelos Estados Unidos da América. Também a par com os resultados do ano passado, a mão-de-obra qualificada (75,9%), o custo de oportunidade (65,1%) e a estabilidade das infra-estruturas (61,4%) continuam a ser os principais indicadores de atractividade do país.