Telecomunicações no topo da Deco

A Deco fez as contas às reclamações que recebeu nos últimos dez anos e concluiu que as telecomunicações, com 539 313 queixas, “foram, e são, uma constante preocupação para as famílias portuguesas”. Os problemas vão desde a velocidade anunciada da internet ao período de fidelização, passando pela dupla facturação e re-fidelização, elenca a associação de consumidores. Na última década, a Deco recebeu quatro milhões de reclamações, mantendo-se as telecomunicações na liderança das queixas registadas.

Serviços de energia com 55 queixas diárias

Mais de 20 mil queixas e 1244 pedidos de informação foram registados em 2019. Apesar do elevado número de queixas no sector da energia, em 2019 os consumidores apresentaram menos reclamações. A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) recebeu o ano passado, em média, 55 queixas por dia de clientes de electricidade, gás, serviços duais e combustíveis. A electricidade liderou as reclamações registadas pela instituição, o que não é de estranhar já que o serviço conta com mais de seis milhões de consumidores. A facturação e os contratos de fornecimento de energia lideraram as queixas do ano passado com, respectivamente, 6056 e 2575, ainda segundo o balanço divulgado pela ERSE.

Portugueses ganham em média 1.276 euros brutos

Em 2019, a remuneração bruta mensal por trabalhador aumentou 2,7%. A remuneração bruta mensal média por trabalhador aumentou 2,4% no 4.º trimestre de 2019 para 1.418 euros, subindo 2,7% para 1.276 euros no conjunto do ano, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE). A remuneração bruta regular — que resulta da soma das remunerações brutas de carácter regular e frequência mensal, e exclui componentes como subsídios de férias e de Natal — aumentou 2,5%, atingindo 1.041 euros, no mesmo quarto trimestre de 2019, face ao mesmo período do ano anterior. Os dados referem-se a 4,2 milhões de postos de trabalho, correspondentes a beneficiários da Segurança Social e a subscritores da Caixa Geral de Aposentações.

Ordenado médio mensal dos portugueses foi de 1038 euros em 2019

Vencimento médio dos portugueses subiu no ano passado 2,6% comparativamente a 2018, segundo dados do INE. O vencimento mensal dos trabalhadores portugueses no ano passado foi, em média, de 1038 euros, um aumento de 2,6% comparativamente a 2018, revelam os dados tornados públicos pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). Por sectores, o da energia foi aquele em que houve o pagamento das remunerações médias mais elevadas (superiores a 2500 euros), enquanto as actividades administrativas ficaram no final da tabela (652 euros).

Portugal vai ter rede 5G até ao final do ano

Objectivo é ter país coberto de 5G em cinco anos. Em 2020, a meta fica em duas cidades.  Investimento na 5G rondará centenas de milhões de euros, pelo que as operadoras deverão juntar-se para partilhar custos. A rede 5G vai chegar a Portugal ainda este ano, permitindo comunicações mais rápidas. O Conselho de Ministros aprovou a estratégia e o calendário para a implementação desta tecnologia. O objectivo é que a rede possa cobrir, até 2025, a maior parte do País. “Estamos conscientes de que é um calendário ambicioso. O primeiro passo é dado, até ao fim de 2020, em duas cidades com perfis diferentes: uma no Litoral e outra no Interior. A tecnologia irá depois, de forma gradual, chegar também aos serviços públicos.

Complemento solidário custou mais 1,6 milhões de euros

Apoio permite garantir um rendimento mínimo mensal de 375,61 euros aos reformados. Complemento solidário abrangia no final do ano passado um grupo populacional superior a 165 mil pessoas. Há menos 1811 pessoas a receber o Complemento Solidário para Idosos (CSI). No final de Dezembro, de acordo com a Segurança Social, eram 165 183 os beneficiários deste apoio. Apesar da redução no número de pessoas abrangidas, o Estado gastou em 2019 com esta rubrica mais 1,6 milhões de euros face a 2018.