A AHETA irá prosseguir o ciclo de conferências, com mais um evento. No próximo dia 6 de maio, às 16.30 horas terá lugar no Vila Vita Parc Algarve, em Alporchinhos, Lagoa, uma conferência subordinada ao tema “Portugal e o futuro: Como introduzir o futuro no presente”, proferida pelo Prof Dr. Miguel Poiares Maduro.
Miguel Poiares Maduro é Licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e Doutorado com Distinção no Instituto Universitário Europeu, é um especialista em Direito Constitucional e em Direito da União Europeia.
Poiares Maduro foi advogado-geral no Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias, Professor de Direito e Diretor do Global Governance Programme no Instituto Universitário Europeu de Florença até à sua nomeação como Ministro e integrou recentemente um grupo de alto nível europeu para a Liberdade e pluralismo na Comunicação Social, onde foi o único português a integrar a equipa, e cujo Relatório, denominado Uma Comunicação Social Livre e Pluralista para Sustentar a Democracia Europeia foi divulgado em Janeiro de 2013, documento que apresentava um conjunto de recomendações para o setor da Comunicação Social.
A anteceder a conferência serão assinados protocolos de colaboração entre a AHETA e empresas ligadas ao setor do turismo.
A participação nesta conferência é gratuita, mas sujeita a confirmação junto do email aheta@aheta.pt .
Aproveitamos a oportunidade para solicitar a divulgação do evento, convidando V. Exª a assistir ao mesmo.
Ontem, o turismo algarvio e nacional ficaram mais pobres. Partiu mais um de nós! Fernando Barata foi o sinónimo de empreendedorismo quando essa palavra ainda não fazia parte do vocabulário geral. Chegado ao Algarve quando o turismo começava a dar sinais de vir a ser uma atividade económica importante, iniciou a atividade como rececionista, no Hotel Sol e Mar em Albufeira. Ficou célebre a sua frase, quando deixou este emprego “Este hotel ainda vai ser meu”! Fernando Barata começou pela base do turismo e foi empresário com unidades hoteleiras em várias regiões do país, maioritariamente no Algarve O seu dinamismo e a sua vontade inabalável de ultrapassar barreiras, levou-o até uma posição cimeira no turismo, com diversas unidades hoteleiras no seu grupo, gerando milhares de empregos. Inovador na gestão deixa uma marca indelével na nossa região. Felizmente a sua família continua na gestão de várias unidades com excelente desempenho, algo que na reta final da sua vida, decerto terá consolado o Senhor Fernando Barata. Porque embora não tivesse sigo “galardoado” com esse título, Fernando Barata também foi o “Senhor Turismo”. A AHETA – Associação de Hotéis e Empreendimentos Turísticos do Algarve, da qual o Grupo Barata é associado, não podia deixar de lamentar profundamente esta perda e associar-se aos seus familiares e amigos, nesta hora de dor. Que o seu exemplo nunca seja esquecido, a bem do Turismo!
A pandemia de covid-19 custou ao Estado 5.139,5 milhões de euros até Agosto, devido ao aumento da despesa de 4.657,9 milhões de euros e redução de receita de 481,6 milhões. De acordo com a DGO, na redução da receita destaca-se ‘o impacto estimado associado à prorrogação do pagamento da autoliquidação do IRC (119,8 milhões de euros) e isenção de pagamento da TSU (estimado em 206 milhões de euros)’. Já na despesa ‘os apoios às empresas e ao emprego atingiram 2.438,2 milhões de euros, destacando-se o programa Apoiar (1.008,1 milhões de euros), o apoio extraordinário à retoma progressiva da atividade (489,5 milhões de euros) e o ‘layoff’ simplificado (366,0 milhões de euros)’.
A receita fiscal do Estado aumentou em 215,8 milhões de euros até Agosto, face a igual período do ano passado, para 27.223,8 milhões de euros (ME), segundo a síntese da execução orçamental. No que diz respeito à receita fiscal líquida do subsetor Estado acumulada até Agosto de 2021, registou-se um crescimento de 215,8 milhões de euros (+0,8%), face ao primeiro período homólogo’, refere a Direção-Geral do Orçamento (DGO). A subida homóloga da receita fiscal observada até agosto assenta sobretudo na evolução dos impostos diretos, designadamente do IRS e do IRC. Já ao nível dos impostos indiretos, ‘registou-se uma evolução negativa de 161,5 milhões de euros (-1%), principalmente influenciada pelo desempenho do IVA, cuja execução acumulada retrai 187,3 milhões de euros face aos primeiros oito meses de 2020 (-1,8%)’, destaca a DGO.
No final de Agosto os pagamentos em atraso das entidades públicas ascenderam a 623,7 milhões de euros, o que representou um aumento de 67,3 milhões de euros relativamente ao período homólogo e uma diminuição de 283,5 milhões de euros face ao final do mês anterior, indica a Direção-Geral do Orçamento (DGO). A evolução homóloga é sobretudo explicada pelos Hospitais EPE (Entidade Pública Empresarial), que registaram um aumento de 101,4 milhões de euros, que foi atenuado pela diminuição de 36,8 milhões de euros na Administração Regional. Os pagamentos em atraso são dívidas que estão por pagar há mais de 90 dias.