Ryanair duplica número de passageiros. Voaram 9,3 milhões em julho

A companhia aérea irlandesa ‘low cost’ Ryanair transportou 9,3 milhões de passageiros em Julho, mais do dobro do que no mesmo mês do ano passado. A companhia aérea com sede em Dublin diz que a retoma do tráfego coincide com a entrada em vigor do certificado covid da União Europeia (UE), que permitiu flexibilizar as restrições de viagens durante a pandemia. Durante os meses mais difíceis desta crise sanitária, a Ryanair cancelou mais de 90% dos voos previstos, com breves períodos de reabertura, como em Julho de 2020, quando transportou 4,4 milhões de passageiros. O grupo Ryanair, composto pelas companhias aéreas Laudamotion, Buzz, Malta Air e Ryanair UK, afirmou que efetuou mais de 61.000 voos na sua rede de rotas europeias em Julho. No primeiro trimestre fiscal, a Ryanair perdeu 272,6 milhões de euros, mais 47% do que no mesmo período do ano anterior.

Os primeiros táxis voadores vão sobrevoar as cidades em 2024

Os voos regulares de e para qualquer ponto das cidades é ainda uma ambição dependente da atualização de infraestruturas ou de desempenhos mais rentáveis por parte das empresas. Apanhar um táxi no telhado de um prédio, sobrevoar a cidade a 140 ou 150 km/hora e pousar no topo de um outro edifício é ainda um delírio da ficção científica. As startups alemãs Lilium e Volocopter planeiam ambas inaugurar o seu serviço em 2024. A Hyundai e a General Motors asseguram estar em condições de lançar um serviço de táxi aéreo antes de 2025. Outras marcas de automóveis, como Toyota, Daimler ou Geely da China correm para não serem ultrapassadas. A Porsche e a Boeing, entretanto, uniram-se, em 2019, para desenvolver um veículo ‘premium’ de mobilidade aérea urbana.

Transporte aéreo de passageiros cai 60,2% em 2020

A Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA) diz que 2020 foi ‘um ano para esquecer’ para o sector, depois de ter sofrido quebras de 60,2% no número de passageiros e 69% na receita em relação ao ano anterior. De acordo com os dados divulgados pela IATA, no ano passado o número de passageiros foi de 1,8 mil milhões enquanto a receita foi de 189 mil milhões de dólares (159,26 mil milhões de euros), tendo o prejuízo líquido sido de 126,4 mil milhões de dólares (106,52 mil milhões de euros), devido aos impactos da pandemia. Em 2019, o número de passageiro ascendeu aos 4,5 mil milhões.

28% dos depósitos em Portugal superam 100 mil euros e não estão protegidos pelo Fundo de Garantia

Recursos que o Fundo de Garantia de Depósitos tem atualmente correspondem a 1,04% dos depósitos que se propõe proteger, continuando acima do exigido pela legislação europeia para 2024. Cerca de 28% do montante que está depositado na banca em Portugal ultrapassa os 100 mil euros por aplicação e, por isso, não está protegido pelo Fundo de Garantia de Depósitos numa eventual dificuldade. Este é um dos números que se podem retirar do relatório e contas de 2020 deste veículo que funciona junto do Banco de Portugal.

Desempregados inscritos no Algarve sobem 154% face ao verão de 2019

O número de desempregados inscritos nos centros do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), no Algarve, aumentou 154%, em média, no mês de Junho de 2021 face ao mesmo mês em 2019. No Continente, 80% dos concelhos registaram subidas no número de inscritos nos centros – números esses que não incluem quem está em programas de formação. Face ao mês pré-pandemia, isto é, junho de 2019, o número de desempregados subiu 322,1% em Albufeira, o maior aumento, para os 2828 inscritos. Seguem-se Silves, Lagos e Portimão, concelhos altamente turísticos, com subidas de 190,4%, 184,8% e 180,9%, respetivamente, para os 1565, 1498, e 3464 desempregados inscritos em junho face ao mesmo mês de 2019.

Renováveis abastecem 52% do consumo de electricidade

O consumo de energia eléctrica recuou 3,2% em Julho, em termos homólogos, penalizado por temperaturas abaixo do normal, sendo que a produção renovável abasteceu 52% do consumo, a não renovável abasteceu 34%, enquanto o saldo importador assegurou os restantes 14%. divulgou a REN – Redes Energéticas Nacionais. A produção renovável abasteceu 66% do consumo, repartida pela hidroelétrica com 30%, eólica com 26%, biomassa com 7% e fotovoltaica, que ultrapassou pela primeira vez os 200 gigawatts-hora (GWh) de produção mensal, com 3,3%. A produção não renovável abasteceu 30% do consumo, repartida por gás natural com 28% e carvão com 2%, enquanto os restantes 4% corresponderam a energia importada.