12 Ago 2021 | Geral
O número de desempregados inscritos nos centros do Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), no Algarve, aumentou 154%, em média, no mês de Junho de 2021 face ao mesmo mês em 2019. No Continente, 80% dos concelhos registaram subidas no número de inscritos nos centros – números esses que não incluem quem está em programas de formação. Face ao mês pré-pandemia, isto é, junho de 2019, o número de desempregados subiu 322,1% em Albufeira, o maior aumento, para os 2828 inscritos. Seguem-se Silves, Lagos e Portimão, concelhos altamente turísticos, com subidas de 190,4%, 184,8% e 180,9%, respetivamente, para os 1565, 1498, e 3464 desempregados inscritos em junho face ao mesmo mês de 2019.
11 Ago 2021 | Geral
O consumo de energia eléctrica recuou 3,2% em Julho, em termos homólogos, penalizado por temperaturas abaixo do normal, sendo que a produção renovável abasteceu 52% do consumo, a não renovável abasteceu 34%, enquanto o saldo importador assegurou os restantes 14%. divulgou a REN – Redes Energéticas Nacionais. A produção renovável abasteceu 66% do consumo, repartida pela hidroelétrica com 30%, eólica com 26%, biomassa com 7% e fotovoltaica, que ultrapassou pela primeira vez os 200 gigawatts-hora (GWh) de produção mensal, com 3,3%. A produção não renovável abasteceu 30% do consumo, repartida por gás natural com 28% e carvão com 2%, enquanto os restantes 4% corresponderam a energia importada.
11 Ago 2021 | Geral
A Comissão Europeia reconhece a importância de o Estado português salvar a TAP, mas receia que o auxílio de 3.200 milhões à reestruturação viole as regras de concorrência e duvida que o mesmo garanta de vez a viabilidade da companhia. As observações e inquietações de Bruxelas constam de uma carta enviada às autoridades portuguesas, datada de 16 de julho passado, data em que a Comissão Europeia anunciou uma investigação ao auxílio estatal de 3.200 milhões à reestruturação da TAP publicada na ‘site’ do executivo comunitário, após eliminada a informação considerada confidencial.
10 Ago 2021 | Geral
Descida na lista de 47 países do FMI acontece apesar do reforço das ajudas públicas a partir de Abril deste ano. Em Janeiro deste ano, estava a terceira e mais violenta vaga da pandemia a começar, Portugal ocupava o 23.º lugar num ranking do Fundo Monetário Internacional (FMI) que avalia os pacotes de medidas de apoio à economia contra os efeitos da covid-19, e que inclui 47 países desenvolvidos ou de grande dimensão. Todos os valores considerados são cumulativos e contam desde o início de 2020, no início da pandemia. Três meses depois, no retrato tirado em Abril, Portugal caiu para a posição 29. E na edição intercalar do Outlook e do monitor orçamental do FMI, atualizados a 27 de julho passado, o esforço do país desceu novamente na lista internacional, ocupando agora o 32.º lugar no grupo de países abordados,
10 Ago 2021 | Geral
Portugal dedica 11,3% do PIB aos apoios covid. É até ligeiramente superior do que há três meses (11,1% do PIB em Abril), mas como outros governos reforçaram os seus esforços para segurar a atividade económica proporcionalmente mais, Portugal continuou a descer neste ranking. Em Julho, a lista é liderada pela Itália, que está munida de um pacote de estímulos covid com um valor impressionante, que equivale a mais de 46% do PIB italiano. Portugal também está abaixo da média de 16,6% do PIB deste grupo de 47 países analisados em Julho pela instituição. Aliás, Portugal tem estado sempre abaixo da média.
31 Jul 2021 | Geral
Os novos limites, que para as pessoas singulares vão de 150 euros, para infrações leves, até 2.000, para muito graves, e para as pessoas coletivas de 250 euros até 90 mil euros, resultam do novo Regime Jurídico das Contraordenações Económicas (RJCE), publicado em 29 de Janeiro. O RJCE altera dezenas de diplomas, numa tentativa, tal como explica o Governo no preâmbulo do diploma, de uniformizar e simplificar regimes contraordenacionais relativos a acesso e exercício de atividades económicas, ao longo das cadeias de produção e de distribuição. Quando há pagamento voluntário da coima, o novo regime determina uma redução em 20% do montante mínimo da coima a cobrar, independentemente da classificação das infrações, entre leve e muito grave, e diminui o pagamento de custas para metade quando o arguido realizar o pagamento durante o prazo concedido para apresentação de defesa.