16 Jan 2020 | Destaques
Contrariamente aos preços dos bilhetes de avião, as comunicações, energia, transportes ferroviários e rodoviários. Os preços dos bilhetes de avião aumentaram perto de 9% no ano passado, em comparação com 2018. Assim, esta foi a variação mais elevada que se observou na categoria de bens e serviços. A mesma classe também viu os preços subirem nos ‘seguros relacionados com transportes’, com um aumento de 7,3%, os ‘produtos hortícolas’ em 5,3% e os ‘serviços financeiros’ em 4,1%. O preço dos veículos automóveis verificou um aumento de 4%. Na mesma categoria o INE destaca “a evolução dos preços das rendas de habitação, com uma variação média de 3,2% em 2019”, quando em 2018 a mesma se tinha fixado em 1,9%. Os cortes de cabelo também se tornaram mais caros, uma vez que os cabeleireiros agravaram os preços em 1,4%, bem como a subida do abastecimento de água, que ficou em 1,3%, o pão em 0,8% e o café subiu 0,3%.
16 Jan 2020 | Destaques
A reforma das freguesias, realizada em 2013, não se traduziu num aumento de eficiência nos serviços prestados às populações, conclui um estudo realizado por investigadores do ISEG. Algarve e Alentejo foram a excepção, Lisboa e região centro sem impactos. Os municípios da região centro e de Lisboa e Vale do Tejo não registaram ganhos de eficiência na sequência da reforma administrativa de 2013 e da fusão de freguesias então levada a cabo.
15 Jan 2020 | Destaques
A taxa de poupança dos cidadãos da Zona Euro fixou-se nos 13% no terceiro trimestre de 2019. Em Portugal, a taxa foi de 6,2% no mesmo período. Durante a crise, a poupança média na Zona Euro reduziu-se ligeiramente, chegando a registar valores na casa dos 11%. A seguir recuperou e no ano passado voltou à casa dos 13% no segundo trimestre e lá manteve-se no terceiro trimestre. Os dados são ajustados de sazonalidade. A taxa de poupança corresponde à divisão entre a poupança bruta e o rendimento bruto. Em termos estatísticos, a poupança é definida como a parte do rendimento disponível que não é utilizada para consumo.
15 Jan 2020 | Destaques
Residentes não habituais: reformados passam a pagar no mínimo €7500 de IRS ao ano. Medida aplica-se a novas adesões, mas também pode ser aproveitada por quem já está no regime. No final de 2016, existiam 3270 estrangeiros a viver em Portugal atraídos pelos benefícios fiscais. O Algarve tornou-se o eldorado dos reformados estrangeiros. Vender Portugal como um “eldorado fiscal” ou a “Florida da Europa” vai ficar mais difícil. Os reformados estrangeiros que, no futuro, adiram ao regime de residentes não-habituais (RRNH) deverão perder a dupla isenção de IRS e serão chamados a pagar uma taxa de 10%, com um mínimo de imposto de €7500 por ano.
14 Jan 2020 | Destaques
A dívida global totalizava 253 biliões de dólares no final de Setembro do ano passado, acima dos 250,9 biliões registados três meses antes. Nos EUA e Austrália registaram-se máximos, enquanto na China o endividamento voltou a acelerar. A dívida global atingiu um novo recorde de 322% do PIB no terceiro trimestre de 2019, e deverá continuar a subir, de acordo com um relatório do Instituto de Finanças Internacionais. No que diz respeito à dívida pública, os dados do instituto mostram que os Estados Unidos e a Austrália, por exemplo, atingiram novos máximos no terceiro trimestre do ano passado, enquanto na China o crescimento voltou a acelerar depois do abrandamento observado nos anos de 2017 e 2018.
14 Jan 2020 | Destaques
A taxa de desemprego na zona euro manteve-se nos 7,5% em Novembro passado, o valor mais baixo desde Julho de 2008, enquanto na União Europeia também seguiu inalterada, nos 6,3%. As menores taxas de desemprego foram registadas na República Checa (2,2%), Alemanha (3,1%) e Polónia (3,2%), enquanto as mais altas foram observadas na Grécia (16,8%, dados de Setembro) e Espanha (14,1%). Na variação homóloga, o indicador recuou em 20 Estados-membros, avançou em seis e manteve-se em dois, um dos quais Portugal.
13 Jan 2020 | Destaques
O Banco Mundial (BM) previu um crescimento de 2,5% da economia mundial em 2020, um valor abaixo dos 2,7% projectados em Junho, mas acima dos 2,4% estimados para 2019, e adverte que “os riscos negativos predominam”. Em 2021, a economia mundial cresce 2,6% em e 2,7% em 2022. A instituição atribui o abrandamento (a economia mundial tinha crescido 3,2% em 2017 e 3,0% em 2018) à descida “em paralelo” de vários indicadores-chave da actividade económica, em particular, o comércio mundial de bens esteve em contracção durante uma parte significativa de 2019, e a actividade da indústria transformadora abrandou marcadamente no decurso do ano.
13 Jan 2020 | Destaques
Os transportes são a segunda maior despesa doméstica das famílias europeias, depois da habitação onde são gastos 24% das despesas de consumo. Por sua vez, em terceiro lugar situa-se a alimentação e as bebidas não alcoólicas, com 12,1% dos gastos. As famílias da União Europeia gastaram 13,2% das suas despesas de consumo em transportes. Este valor representa uma despesa superior a 1,1 mil milhões de euros, o que equivale a 2.220 euros por habitante da UE, ou 7,2% do PIB da UE. Os transportes são a segunda maior despesa doméstica das famílias europeias, depois da habitação onde são gastos 24% das despesas de consumo.
12 Jan 2020 | Destaques
A variação sazonal em 2018 situou-se acima da média da União Europeia em 13 países, com os típicos destinos mediterrânicos da Bulgária, Grécia, Croácia, bem como Montenegro, explica o Eurostat. A sazonalidade do turismo em Portugal está a diminuir mais rapidamente do que na União Europeia, revelou o Eurostat na passada terça-feira, 7 de Janeiro. Mas, embora o turismo já tenha visto melhores dias, as Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto são as que mais contribuem para atenuar a diferença entre os meses de maior e menor procura na hotelaria. Em sentido contrário, República Checa, Alemanha, Estónia, Malta, Polónia, Eslováquia, Finlândia e Kosovo apresentaram a menor variação sazonal em 2018.
11 Jan 2020 | Destaques
Mais de 101 mil reclamações chegaram ao Portal da Queixa no ano passado, mais 13,8% do que em 2018. Telecomunicações continuam a dominar as queixas dos consumidores nacionais, mas com mais portugueses a comprarem online o número de reclamações no sector das entregas também disparou. Os CTT foram a empresa que gerou maior descontentamento: num ano viu subir 17,9%, para 6293, o número de reclamações. Foi a empresa com mais queixas. O principal motivo de reclamações foi relativo ao comércio electrónico em toda a sua dimensão. Os serviços de administração pública (9184, mais 30,1%) e os transportes públicos (5875, mais 22,4%) também geraram queixas.