Autarquias pedem mais aeroportos para o país

O projecto[AAdHeETdA1]  do aeroporto do Montijo encontra-se em fase de consulta pública até 19 de Setembro e tem levantado bastante polémica nas últimas semanas, mas isso não impediu diversas autarquias e comunidades intermunicipais de solicitar a construção de novas infra-estruturas aeroportuárias ao longo do país, de acordo com as propostas inscritas no Programa Nacional de Investimentos 2030, aprovado recentemente por unanimidade na Assembleia da República. Na sua contribuição para este documento, a CIM – Comunidade Intermunicipal do Minho solicita a “melhoria da infra-estrutura aérea já existente”, ou seja do aeródromo entre Valença e Vila Nova de Cerveira.


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Remessas de emigrantes crescem 15%

O dinheiro enviado pelos emigrantes para Portugal ascendeu a 1.951 milhões de euros no primeiro semestre do ano. Ou seja mais 15,1% face a igual período de 2018 quando ascenderam a 1.695,1 milhões de euros, revelam dados do Banco de Portugal. Já as verbas enviadas pelos imigrantes para os seus países de origem caíram 10,3%, de 262,7 milhões de euros no primeiro semestre de 2018 para 235,6 milhões de euros nos primeiros seis meses do corrente ano. As remessas oriundas de países da União Europeia (UE) são responsáveis por 990,2 milhões de euros, apesar da redução de 2,74% face aos 1.018,1 milhões enviados nos primeiros seis meses de 2018.

Dez milhões de euros para publicidade digital do Turismo de Portugal

O Governo autorizou dez milhões de euros para a publicidade digital do Turismo de Portugal entre 2020 e 2021, segundo uma portaria publicada em “Diário da República”. Os encargos da contratação de serviços de produção, planeamento, execução, acompanhamento e compra de espaço para a campanha de publicidade vão ser suportados por verbas próprias do Turismo de Portugal, inscritas e a inscrever no respectivo orçamento, sendo a maior fatia (9,5 milhões de euros) destinada para o próximo ano.

Peso da dívida pública no PIB desce para 122% em Junho

O rácio da dívida pública no PIB na óptica de Maastricht recuou de 125,09%, no final do primeiro trimestre, para 122,22% no final de Junho. Trata-se do nível mais baixo desde o primeiro trimestre de 2012, quando o peso da dívida pública no PIB se fixou nos 118,2%. O Governo tem uma meta de 118,6% para a dívida pública em relação ao PIB para este ano, inscrita no Programa de Estabilidade, o que significa que, para a cumprir, será necessário que a dívida pública desça 3,6 pontos percentuais na segunda metade do ano.

Dívida externa cai para 100,2% do PIB em Junho

Em Junho de 2019, a dívida externa, medida pela posição de investimento (PII) era de -100,2% do PIB o que compara com -100,8% registado no final de Dezembro de 2018. A PII reflecte a posição das disponibilidades e responsabilidades financeiras externas da economia, isto é, a dívida externa calcula o endividamento dos agentes económicos portugueses e consiste na diferença entre o que a economia nacional deve ao estrangeiro e o que tem a receber do estrangeiro. Entre Dezembro de 2018 e Junho deste ano, a PII de Portugal decresceu 2,7 mil milhões de euros, caindo de 203,2 mil milhões de euros negativos em Dezembro do ano passado para 205,9 mil milhões de euros negativos em Junho deste ano.

Défice externo aumenta até Junho

O défice externo de Portugal aumentou para 2.600 milhões de euros até Junho, que compara com os -1678 milhões registados no primeiro semestre do ano passado. Segundo dados divulgados pelo Banco de Portugal. O défice da balança de bens aumentou 1727 milhões de euros em termos homólogos, enquanto o excedente da balança de serviços não se alterou. Nos primeiros seis meses do ano, as exportações de bens e serviços cresceram 3,3% (2,4% nos bens e 5,2% nos serviços) e as importações aumentaram 7,3% (6,8% nos bens e 9,9% nos serviços)”, informou a entidade liderada por Carlos Costa.

Desempregados inscritos no centro de emprego baixam

O número de desempregados inscritos em Julho nos centros de emprego baixou 10,1% face ao mesmo mês de 2018, e 0,3% face a Junho, para 297 mil desempregados, segundo dados do Instituto de Emprego e Formação Profissional. O desemprego atingiu assim, segundo o ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, “o valor mais baixo desde Dezembro de 1991”, quando se registavam 296,6 mil desempregados inscritos. Esta redução de desemprego em Julho traduziu-se em menos 33.297 indivíduos inscritos do que em Julho de 2018 e menos 901 desempregados inscritos do que em Junho deste ano.

TAP vai sair das contas do défice orçamental

O ano de referência das contas nacionais vai ser alterado de 2011 para 2016. A TAP vai deixar de contar para o défice porque se considera que apesar de o Estado ser dono de 50% do capital, não tem controlo sobre a estratégia da empresa. A TAP vai deixar de contar para as contas públicas, fazendo diminuir o défice orçamental de 2018. Esta mudança irá ocorrer a 23 de Setembro, cerca de 15 dias antes das eleições legislativas, quando o Instituto Nacional de Estatística (INE) actualizar a base das contas nacionais e revir o perímetro das Administrações Públicas.

Inflação na zona euro recuou para 1% em Julho

A taxa de inflação da Zona Euro fixou-se em 1% em Julho, abaixo dos 1,3% de Junho, de acordo com o Eurostat, o gabinete de estatísticas da União Europeia. O resultado do mês passado teve Portugal como a única economia em que o índice de preços ao consumidor teve variação negativa. As taxas de inflação mais altas foram registadas na Letónia e Eslováquia (3%), Hungria (3,3%) e Roménia (4,1%). No conjunto da União Europeia, a taxa de inflação em Julho fixou-se em 1,4%, abaixo dos 1,6% registados em Junho.

Inflação em Portugal fixada no negativo, abaixo da média europeia

Portugal apresentou a taxa de inflação mais baixa na zona euro e da União Europeia e, A inflação da zona euro no mês de Julho situou-se em 1%, apresentando uma queda desde o mês de Junho, quando se fixou em 1,3%, revela o Eurostat. Na União Europeia, a inflação fixou-se em 1,4% em Julho, caindo desde os 1,6% verificado em Junho. Portugal apresentou a taxa de inflação mais baixa na zona euro e da União Europeia e, simultaneamente, a única no negativo. A taxa de -0,7% foi ainda a mais reduzida dos últimos dois anos. A taxa em Portugal cai de 0,7% do mês passado e de 2,2% de Julho de 2018.