Excedente da Segurança Social sobe 426,2 milhões de euros até Julho

O excedente da Segurança Social aumentou 426,2 milhões de euros até Julho, face ao período homólogo de 2018, atingindo 1,16 mil milhões de euros. Ministério do Trabalho revela que o saldo do subsector da Segurança Social registou um aumento de 36% no final de Julho por comparação com o mesmo período do ano passado. Para o saldo global contribuiu, assim, o aumento observado na receita efectiva “fortemente impulsionada pelo crescimento das contribuições e quotizações que registaram uma variação de 8,7%, o equivalente a mais 826,6 milhões de euros”.

Receita fiscal aumenta 1.486,6 milhões de euros até Julho

O Estado arrecadou mais 1.486,6 milhões de euros em impostos até Julho face ao mesmo período de 2018, num total de 25.025,4 milhões de euros, indica a síntese de execução orçamental. Nos primeiros sete meses do ano a receita fiscal líquida do subsector Estado registou um aumento de 1.486,6 milhões de euros (+6,3%) face ao período homólogo, refere a Direcção-Geral do Orçamento (DGO), adiantando que este resultado é maioritariamente explicado “pela evolução da receita de IVA”, contando ainda “com forte influência do desempenho da receita de IRC.

Cativações baixam para 582,1 milhões de euros até Junho

Em Junho, uma vez apurados os cativos totais sobre o orçamento da despesa de 2019, cifraram-se em 582,1 milhões de euros, lê-se na informação divulgada pela Direcção-Geral do Orçamento (DGO). Deste valor de cativos, cerca de dois terços incidem essencialmente sobre despesas financiadas por receitas próprias, as quais dependem da respectiva arrecadação para se poderem concretizar, o que altera a natureza destes cativos, indica a DGO. Há um ano, em Junho de 2018, estavam cativos 922,2 milhões de euros, de um total de 1.068,9 milhões de euros registados no início daquele ano.

Impostos reduzem défice orçamental para 445 milhões de euros

Resultado é conseguido, fundamentalmente, pelo aumento da receita fiscal (6,5%). A diferença entre as receitas e despesas do Estado português cifrou-se em Julho num défice de 445 milhões de euros. Uma melhoria de 2 239 milhões de euros face a 2018. Este resultado é conseguido, fundamentalmente, pelo aumento da receita fiscal (6,5%). Também as contribuições para a Segurança Social subiram 8,7% até Julho. Recorde-se que o governo previu para o final de 2019 um défice de 0,2% do Produto Interno Bruto.

Autoridades estudam utilizar drones para fiscalizar estradas

A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) está a estudar a utilização de drones e helicópteros para fiscalizar as estradas. O regulador já está mesmo a contactar outras entidades europeias sobre este tema, numa altura em que, em Espanha, este método já é utilizado. A informação é avançada depois de, no início do ano passado, o Governo admitir que pondera vir a utilizar helicópteros da Protecção Civil ou drones para fazer o controlo de velocidade nas estradas. “É uma das soluções seguidas em Espanha e França e há a possibilidade de também cá termos esse modelo.

Pré-avisos de greve sobem 75% até Julho para valor mais elevado desde 2013

O número de pré-avisos de greve entre Janeiro e Julho deste ano aumentou 75% face ao mesmo período de 2018, sendo o mais elevado desde 2013. A entrada de pré-avisos de greve na Direcção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT) registou um valor mínimo de 224 em 2014, tendo-se observado uma tendência de subida desde então, com o número a atingir os 663 em Julho deste ano. O número observado nos primeiros setes meses deste ano apenas é ultrapassado pelos 1217 pré-avisos registados em 2013, ano em que a taxa de desemprego observou um máximo histórico e o Produto Interno Bruto (PIB) recuou 1,1%. Dos pré-avisos entrados este ano, a maior parte (542) ocorreu fora do Sector Empresarial do Estado (SEE).

Prostituição, tráfico de droga e contrabando representam mais de 800 milhões de euros no PIB nacional

As actividades ilegais como a prostituição, o tráfico de droga e o contrabando representaram 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB) de Portugal em 2018. O crescimento é ligeiro e corresponde a 804 milhões de euros, aproximadamente. Estas actividades são contabilizadas desde 2014, quando a União Europeia decidiu que os seus Estados-membros deveriam conhecer o peso real das actividades ilegais, criadoras da chamada economia paralela. Há cinco anos, em Portugal, o peso das actividades ilegais no PIB era de 0,4%, aproximadamente 629 milhões de euros.  Há cinco anos as actividades ilegais contribuíram 0,38% para o PIB da EU.

Crescimento da economia na OCDE desacelera para 0,5% no segundo trimestre

Entre as maiores economias da OCDE, Reino Unido e Alemanha registaram o menor crescimento. Expansão da economia norte-americana também abrandou ligeiramente entre Abril e Junho. O Produto Interno Bruto (PIB) dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento (OCDE) cresceu 0,5% em cadeia no segundo trimestre, menos 0,1 ponto percentual do que nos três primeiros meses do ano. Entre as principais sete economias da OCDE, o Reino Unido e a Alemanha registaram o menor crescimento, com a economia a ter uma expansão de 0,2% e de 0,1% no segundo trimestre.

Brilho do ouro já vale 19% este ano

Abrandamento da economia global, incerteza, ameaça de guerra comercial e taxas de juro negativas ditam forte valorização do ouro. Cotação da onça em dólares está a subir 19% este ano. E a tendência é para continuar, apontam os analistas. Não é novidade que quando a economia abranda, crescem receios de recessão e a incerteza domina os mercados, os investidores procuram o ouro. Por isso mesmo tem o nome de activo de refúgio. Ora, “vários indicadores sinalizam um abrandamento da economia global desde o início do ano, mais marcado nas economias mais abertas ao comércio internacional, como a Alemanha.

Ryanair vai encerrar quatro bases em Espanha

A partir de 8 de Janeiro, a Ryanair vai encerrar quatro bases em Espanha. Estão em causa as bases de Gran Canária, Tenerife Sur, Lanzarote e Girona e o encerramento vai prejudicar 512 funcionários: 64 em Girona, 156 em Tenerife Sur, 110 na Gran Canária e 82 em Lanzarote. A Ryanair justifica o encerramento destas quatro bases em Espanha pelos atrasos das aeronaves Boeing 737 MAX, pelos efeitos do Brexit e pela diminuição dos lucros nos últimos dois anos.