Comércio mundial cresce 1,5% em 2019, o nível mais baixo em dez anos

O comércio mundial de bens e serviços cresceu 1,5% em 2019, o que representa o crescimento mais lento dos últimos dez anos. O valor do crescimento representa “perdas superiores a 378 mil milhões de euros para as empresas exportadoras. Os chineses perderam 60 mil milhões de euros, a Alemanha perdeu 56 mil milhões de euros e Hong Kong 45 mil milhões de euros. Os sectores mais prejudicados com o fraco crescimento do comércio mundial de bens e serviços foram a Electrónica, Metais e Energia.

Portugal poderá perder quase 6% de visitantes britânicos em 2021

Portugal poderá perder quase 6% de visitantes britânicos em 2021 caso venha a existir um Brexit duro, de acordo com um estudo da Comissão Europeia de Viagens (ETC em inglês). Assim, de acordo com a entidade, caso a saída do Reino Unido seja concretizada através do pior cenário, Portugal deverá perder 5,8% de turistas daquele país, face a previsões base, que não incluem este efeito, sendo que no total de viajantes internacionais a chegar a território nacional poderá reduzir-se em 0,6%. Em números concretos, um Brexit duro poderá reduzir o número de visitantes do Reino Unido de 2,4 milhões para 2,3 milhões, segundo o relatório da ETC (European Travel Commission).

Bancos tradicionais hesitam perante a nova directiva de serviços de pagamentos

A nova directiva de serviços de pagamentos (PSD2) entrou em vigor na União Europeia em Setembro e é encarada pela grande maioria das instituições financeiras europeias (81%) como uma oportunidade. Porém, muitos bancos ainda não definiram de forma clara como se irão posicionar estrategicamente para tirar partido das novas oportunidades. Apenas cerca de um terço (35%) dos bancos já se posicionaram para assumirem o papel de prestadores de serviços de agregação de contas ou iniciadores de pagamentos. A PSD2 marca a entrada num cenário de open banking, no qual os prestadores de serviços financeiros concedem acesso a dados a outras empresas e cooperam juntos.

Segurança Social pagou indevidamente mais de 700 milhões

A esmagadora maioria é considerada dívida de difícil cobrança. Estado praticamente já deu valor como perdido. No final de 2018, a Segurança Social tinha pagado indevidamente mais de 700 milhões de euros a milhares de beneficiários que não devolveram o dinheiro, revelou o Tribunal de Contas (TdC) no parecer sobre a Conta Geral do Estado. A verba resulta do pagamento de prestações já depois da morte do beneficiário, do fim da situação de desemprego ou de doença. As prestações sociais a repor correspondem a dívidas provenientes de pagamentos indevidos e em 2018 totalizam 715 milhões de euros em valor bruto e 147 milhões em valor líquido (mais 1,6%, 11 milhões do que em 2017).

Crédito malparado cai para metade em dois anos

Em 2016, crédito de cobrança duvidosa ascendia a 46,4 mil milhões de euros, o equivalente a 51 pontes Vasco da Gama. Bancos conseguiram libertar-se de parte importante dos activos tóxicos. O crédito malparado da Banca portuguesa registou uma redução para quase metade em apenas dois anos: passou de 46,4 mil milhões de euros em 2016 para 25,8 mil milhões de euros no final do ano passado. Já em Junho de 2019, os financiamentos de cobrança duvidosa tinham diminuído para os 23,4 mil milhões, de acordo com o último balanço da Associação Portuguesa de Bancos (APB), agora tornados públicos.

Fisco arrecada por hora 5,2 milhões de euros

Desde o início do ano, os portugueses já pagaram mais de 41,3 mil milhões de euros em impostos. A receita fiscal acumulada de Janeiro a Novembro de 2019 cresceu 3,7% ou quase 1,6 mil milhões de euros face ao mesmo período de 2018. Desde o início do ano, o Fisco já cobrou aos portugueses mais de 41,3 mil milhões de euros em impostos, o equivalente a 5,2 milhões de euros por hora.