Inflação na zona euro recuou para 1% em Julho

A taxa de inflação da Zona Euro fixou-se em 1% em Julho, abaixo dos 1,3% de Junho, de acordo com o Eurostat, o gabinete de estatísticas da União Europeia. O resultado do mês passado teve Portugal como a única economia em que o índice de preços ao consumidor teve variação negativa. As taxas de inflação mais altas foram registadas na Letónia e Eslováquia (3%), Hungria (3,3%) e Roménia (4,1%). No conjunto da União Europeia, a taxa de inflação em Julho fixou-se em 1,4%, abaixo dos 1,6% registados em Junho.

Inflação em Portugal fixada no negativo, abaixo da média europeia

Portugal apresentou a taxa de inflação mais baixa na zona euro e da União Europeia e, A inflação da zona euro no mês de Julho situou-se em 1%, apresentando uma queda desde o mês de Junho, quando se fixou em 1,3%, revela o Eurostat. Na União Europeia, a inflação fixou-se em 1,4% em Julho, caindo desde os 1,6% verificado em Junho. Portugal apresentou a taxa de inflação mais baixa na zona euro e da União Europeia e, simultaneamente, a única no negativo. A taxa de -0,7% foi ainda a mais reduzida dos últimos dois anos. A taxa em Portugal cai de 0,7% do mês passado e de 2,2% de Julho de 2018.

Consultoras e turismo disparam na receita de IRC

Desde o ano anterior à troika (2010), os “serviços de consultoria técnica e científica” passaram do sexto para o quarto sector que mais contribuiu em imposto, valendo 488 milhões de euros em 2017 (133 milhões em 2010). As actividades ligadas ao turismo, o grande sector do momento, mais que duplicaram a sua contribuição fiscal. As actividades do alojamento e restauração, com um grande universo de pequenas e médias empresas (PME), passaram a valer 3,7% do imposto (em 2010 valiam 2%). Mas o peso na economia é maior: valia 7,5% do valor acrescentado bruto nacional em 2017. Já a “consultoria” vale um em cada cinco euros a mais arrecadados em IRC entre 2010 e 2017. Ou seja, 20% do aumento da receita veio deste sector.

Brexit sem acordo levará a escassez de combustível, comida e fármacos

Documentos oficiais divulgados pelo Sunday Times alertam que uma saída do Reino Unido da União Europeia (UE) sem acordo vai implicar um período de escassez de combustível, alimentos e medicamentos e o caos nos portos britânicos. O novo primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, prometeu que o Reino Unido vai sair da UE a 31 de Outubro, com ou sem acordo.

Norte é a segunda região europeia mais apoiada pelos fundos comunitários

Só a Andaluzia recebeu mais fundos para convergir com a União Europeia do que o Norte de Portugal desde 1989. As contas são da Comissão Europeia, que regionalizou todos os pagamentos feitos entre 1989 e 2015. Entre as quase 280 regiões europeias em análise, a espanhola Andaluzia foi aquela que mais fundos comunitários recebeu da União Europeia (UE): cerca de €32 mil milhões, diz a Comissão Europeia, que soma, a preços correntes, os 27 anos em questão. No segundo lugar deste ranking europeu surge a região portuguesa do Norte, que beneficiou de quase €23 mil milhões de fundos comunitários entre 1989 e 2015.

Plataforma do malparado aprovou soluções para €768,7 milhões

Dificuldades condicionam resultados da entidade criada para gerir créditos em incumprimento da CGD, BCP e Novo Banco. 78% do montante alocado foi aprovado. Foi criada há quase dois anos para reestruturar créditos em incumprimento superiores a €5 milhões com uma condição: a viabilidade económica e financeira das empresas devedoras. E com uma particularidade: apresentar soluções para recuperar os créditos malparados comuns a três bancos que aderiram à plataforma em Setembro de 2017 (CGD, BCP e Novo Banco).