17 Ago 2019 | Destaques
Os
reembolsos de depósitos até 100 mil euros da Caixa Central de Crédito Agrícola
Mútuo e das Caixas de Crédito Agrícola Mútuo, caso ocorra alguma situação de
indisponibilidade, passam a ser assegurados pelo Fundo [geral] de Garantia de
Depósitos, a partir de 1 de Janeiro do próximo ano. Esta alteração decorre de
uma nova lei que transferiu a vertente de garantia de depósitos do Fundo de
Garantia do Crédito Agrícola Mútuo para o fundo que responde pelas restantes
instituições financeiras, dando assim origem um sistema nacional único para
este fim.
16 Ago 2019 | Destaques
O
índice de volume de negócios nos serviços registou uma aceleração de 3,1 pontos
percentuais para uma taxa de variação homóloga, em Junho, de 3,7%. Segundo o
INE, verificou-se um crescimento homólogo de 1,6% em Junho no índice de emprego
nos serviços. Comparativamente ao mês anterior, o índice de remunerações
aumentou 13,3% no mesmo mês. Em termos homólogos, o índice de remunerações efectivamente
pagas apresentou um aumento homólogo de 3,4% (3,6% em Maio). Já o índice de
volume de trabalho – que é medido pelo número de horas trabalhadas, ajustado
dos efeitos de calendário – registou uma diminuição, em termos homólogos, de
2,7%.
16 Ago 2019 | Destaques
O
Estado aceitou, entre Janeiro e Junho deste ano, mais de 3,7 milhões de euros
em cheques que, afinal, estavam carecas. A chamada “má cobrança” até
estava a descer, mas nos primeiros seis meses deste ano disparou, triplicando o
valor face ao mesmo período do ano passado, quando o montante de cheques
carecas foi de 1,2 milhões de euros. De acordo com a conta provisória, no
primeiro semestre, o calote ao Estado disparou e a culpa é sobretudo de cheques
sem cobertura para pagar impostos, em concreto os indirectos (IVA, IMI, IMT,
IUC, ISP). Nesta categoria, foram considerados de má cobrança mais de três
milhões de euros para os impostos indirectos e apenas 437 mil para os directos.
15 Ago 2019 | Destaques, Fiscalidade
O
Estado cobrou mais de 533,6 milhões de euros de dívidas que estavam em execução
fiscal nos primeiros seis meses deste ano, ou seja, quando já terminou o
período de liquidação voluntária do imposto em falta. É um aumento de 22%
quando comparando com a primeira metade de 2018. Nesse período, foram cobrados
436,3 milhões de euros. Isto é, este ano entraram nos cofres públicos quase
mais cem milhões (97,4 milhões de euros). Neste montante, ainda não está
incluída a totalidade da receita, uma vez que apenas é considerado o subsector
Estado. Falta contabilizar a receita cobrada de forma coerciva para as
autarquias (como, por exemplo, o impostos municipal sobre imóveis) ou para a
Segurança Social.
15 Ago 2019 | Destaques, Fiscalidade
É nos impostos directos que se regista o valor mais elevado de cobranças coercivas, representando quase metade do montante total arrecadado. Nesta categoria, incluem-se o IRS e o IRC. Foram cobrados 256,8 milhões de euros no primeiro semestre, um crescimento de quase 30% face à primeira metade do ano passado, quando entraram nos cofres públicos 198 milhões. A segunda maior fatia de cobranças coercivas diz respeito aos impostos indirectos, onde entram, por exemplo, o IVA, o IMI, o IUC ou o ISP. Esta categoria rendeu 135 milhões, uma subida mais modesta face a 2018 (11%) quando foram cobrados 121 milhões de euros. Mais expressiva foi a subida do valor cobrado em taxas, multas e outras penalidades. O valor subiu de 88,4 milhões de euros no primeiro semestre de 2018 para 112,7 milhões este ano.
14 Ago 2019 | Destaques
Apesar
do abrandamento da Zona Euro, Portugal tem conseguido manter o ritmo. Economia
portuguesa segura-se e cresce 1,8% no segundo trimestre. A economia portuguesa
cresceu 1,8% no segundo trimestre deste ano, revelou esta quarta-feira, 14 de Agosto,
o Instituto Nacional de Estatística (INE), na sua primeira estimativa. Face aos
primeiros três meses do ano, o PIB cresceu 0,5%. Os números mostram que apesar
do abrandamento que se tem verificado na Zona Euro, Portugal ainda tem
conseguido manter um ritmo de actividade dinâmico.