Já nasceu o BEM, banco destinado a empresas

O BEM contará com dez Espaços Empresa – situados em Aveiro, Braga, Leiria, Lisboa e Grande Lisboa, Porto e Grande Porto, Faro e Viseu. A ideia é simples: “ajudar a resolver problemas há muito identificados no nosso tecido empresarial, como os constrangimentos à capitalização e ao acesso a fontes de financiamento alternativas por parte das empresas”. De acordo com a instituição financeira, o objectivo é “suprir falhas do mercado” e responder às necessidades de crescimento e sofisticação do tecido empresarial português, num universo potencial de mais de cinco mil empresas.

Inflação da Zona Euro acelera em Abril

A inflação da Zona Euro fixou-se em 1,7% em Abril deste ano, acelerando face aos 1,4% registados em Março e atingindo um máximo de cinco meses. Em termos homólogos, os preços na energia continuam a registar a maior subida (5,4%, ligeiramente acima dos 5,3% em Março), seguido dos serviços (1,9%, acelerando face aos 1,1% de Março) e dos alimentos, álcool e tabaco (1,5%). Esta valorização dos preços aliada à recuperação do ritmo de crescimento – o PIB da Zona Euro no primeiro trimestre acelerou – poderá dar descanso ao BCE no que toca aos estímulos monetários, que voltaram a estar em cima da mesa no final do ano passado.

Mais de mil clientes bancários reclamam sobre comissões MBWay

Mais de mil pessoas juntaram-se para reclamar o fim da cobrança de comissões pelas transferências do serviço MBWay, que aumentaram para 1,20 euros. Em 30 de Abril, a DECO anunciou estar a preparar uma reclamação, em nome dos consumidores, para entregar ao Banco de Portugal a exigir uma “limitação dos custos associados a todas as formas de pagamento e transferências” pelos consumidores. “Cabe ao Banco de Portugal limitar os encargos aplicados às transferências feitas através do MBWay, já que é esta instituição que valida os preçários dos bancos”.

Dívida pública sobe 1,1 mil milhões de euros

A dívida pública, na óptica de Maastricht, que conta para Bruxelas, aumentou 1,1 mil milhões de euros entre Fevereiro e Março, situando-se nos 250,4 mil milhões de euros. De acordo com o banco central, os activos em depósitos das administrações públicas aumentaram 1,2 milhões de euros, pelo que a dívida pública líquida de depósitos registou uma redução de 0,1 mil milhões de euros em relação ao mês anterior, totalizando os 227,7 mil milhões de euros, acrescenta. Em Fevereiro, a dívida pública tinha aumentado para 249,3 mil milhões de euros face aos 248 mil milhões registados em Janeiro.

Portugueses fizeram mais de 22 milhões de viagens em 2018

As deslocações dos portugueses por motivos de férias ou negócios estiveram no ano passado em alta, com as viagens ao estrangeiro a subir 13,1%. As viagens dos portugueses motivadas por férias e lazer aceleraram no ano passado 4,2%, e com um crescimento particularmente expressivo, de 6,3%, no último trimestre, segundo destaca o Instituto Nacional de Estatísticas (INE), com base em resultados ainda provisórios relativos à Procura Turística dos Residentes no quarto trimestre de 2018. Ao todo, os portugueses fizeram no ano passado 22,1 milhões de viagens, com as deslocações ao estrangeiro a ter um impulso maior, de 13,3%, relativamente às que foram realizadas em território nacional, que aumentaram 4,2%.

Viagens de negócios subiram 22%

As viagens por motivos profissionais ou de negócios aumentaram o seu peso relativo em 22%, totalizando 1,8 milhões de deslocações, evidenciando a maior apetência de internacionalização por parte das empresas nacionais. Este crescimento foi sobretudo visível no quarto trimestre, em que os portugueses realizaram 549,2 mil viagens de negócio, representando 10,9% do total neste período. O alojamento particular gratuito manteve-se a principal opção dos portugueses que viajaram em 2018 (com um peso de 63,3% no total de dormidas), à semelhança de anos anteriores, mas com uma redução de 3,6 pontos percentuais. Já os hotéis e similares reforçaram o seu peso em 3,2 pontos percentuais, passando a concentrar 22,1% das dormidas.